O Que Há Em Ó Bla Bla!

O Que Há Em Ó Bla Bla!

Dia cinza em Madrid. Portugal amanhece tingida de luto pela terrível acidente de ônibus de Madri. ] e dar de ânimo para o prefeito da cidade. Antes de empreender esse triste viagem para sua terra natal, a mão direita de Luís De Guindos se reúne com Crônica para silenciar os maledicentes rumores que o colocam no centro de a -ainda difusa – enredo do pequeno Nicolau.

As lutas de poder continuam à flor da pele na era da black cards.

O faz em Ó bla bla! Santiago Segura e do ex-toureiro Cayetano Rivera e localizado a poucos metros do quartel-geral do PP. Lá, alguns se lembram malignamente que García-Legaz foi o “padrinho político” de Nicolau para manchar sua excelente folha de serviço. Jogo sujo nas entranhas de um PP, onde alguns não esquecem a sua origem aznariana. As lutas de poder continuam à flor da pele na era da black cards. García-Legaz fala claro e se defende pela primeira vez. Não atire contra os companheiros de partido que estão lutando contra ele, mas, sim, responda às perguntas deste meio, enquanto saboreia uma cerveja sem álcool e um petisco japonês.

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Garante que não tem “nada a esconder”. Seu rosto evidência cansaço, saturação, mal-estar. Suas olheiras acusam a uma pessoa que está sofrendo uma via sacra da mídia por ter aberto a porta da FAES o pequeno Nicolau, esse encantador de serpentes que tem obnubilado para meio país com seus crimes. García-Legaz. Este, cansado de ouvir barbaridades que são trending topic no corrillos jornalísticos decide fazer uma declaração de intenções para cortar de raiz as conversas. García-Legaz não rehúye sua responsabilidade e conta como Francisco Nicolau ganhou respeito em seus primórdios como um filhote de cachorro da FAES. García-Legaz, que alguns acusam de ter introduzido o rapaz no ato de proclamação de Filipe VI.

García-Legaz, que reconhece ter ido com ele para a área nobre do Santiago Bernabéu. Vários empresários têm denunciado a Crônica que o secretário de Estado lhes chegou a receber em seu escritório no Ministério da Economia, graças à intermediação de Francisco Nicolau. Ele não nega e justifica sua atuação.

Legaz. Toma um gole.

[Um dos empresários assegura que o jovem se movia como Pedro por sua casa, por seu despacho. García-Legaz nega este extremo. Legaz. Toma um gole. O empresário jamais lhe daria esta documentação, nem voltaria a travar contato com o alto cargo do Executivo. Ao término da reunião, Nicolau chegou a exigir o pagamento de 250.000 euros e a exploração do terraço de seu negócio. De não dar o dinheiro, disse que vai “fechar o bar”, situação que ocorreu dois meses depois, por divergências com o Conselho Municipal do Distrito de Figueira, outra das supostas áreas de influências do jovem.

García-Legaz, que decidiu borrarle de Facebook no mesmo dia.

García-Legaz fica petrificada ao saber a versão do empresário. A história de chantagem do pequeno Nicolau chegou aos ouvidos da prefeita de Madri, Ana Garrafa. Era fevereiro de 2013. Logo, ele se pôs em contato com García-Legaz para esclarecer o que aconteceu. García-Legaz, que decidiu borrarle de Facebook no mesmo dia. Ainda descobriu que até se fez passar como “afilhado” de si.

O secretário de Estado pensou que o menino não voltaria a reincidir. Eu estava errado. Em setembro de 2013, você vai ser notificado de que o jovem havia tentado enganar Arturo Fernández, presidente da patronal em madrid. Dias depois, uma assessora de Sáenz de Santamaría, que tinha visto Nicolás no palco com García-Legaz, pergunta ao secretário de Estado por ele.

Sente-Se uma vítima mais de uma criança em quem confiava.

Se tinha conhecimento de que o personagem tinha ido a são paulo para comer com o dono de Alsa, como emissário da vice e queria tirar a sua relação com García-Legaz. Este lhe adverte de seu perigo, e garante que não mantem contato com ele. Alguns no partido não acreditam e tornam o caso do pequeno Nicolau, na dinamite para fazer saltar pelos ares a sua reputação. García-Legaz aguenta estóico, não entra em desqualificações e só espera que se levante o segredo de sumário para calar bocas. Sente-Se uma vítima mais de uma criança em quem confiava. Palavra de um dos mais poderosos -e respeitados – secretários de Estado.

E há coisas que uma empresa não deve fazer nas redes sociais. Montes. “Seria contraproducente. Se encontrarmos alguém que se queixa de nós, nós nos apresentamos para oferecer-nos a escutá-lo em privado. Há que distinguir muito bem o que se pode dizer em público e que não”. As áreas de marketing, de produto, é que agora as empresas experimentam.

Mas as redes sociais podem servir para muito mais. De fato, este uso já está consolidado. 14,4 milhões de pessoas têm usado para encontrar o seu último trabalho (não explícita, mas, provavelmente, nos EUA). Porque o 2.0 das redes sociais, o que traz é uma interação que não é outra coisa que um contato entre pessoas.

Joana

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