Universidades: Um Jogo De Redes

Universidades: Um Jogo De Redes

Sete da manhã. Lúcia se levanta e acompanha o seu café com o Twitter. As oito. Lúcia pega o metrô, rumo à Faculdade. Vai revendo sua ‘timeline’ do Facebook, não vá perder algum plano. Já em sala de aula, Lúcia sabe que está errado, que não deveria, mas de vez em quando se lhe escapa o polegar e sua mente abandona a sala de aula para o universo 2.0. Irresistível.

Altere a Lúcia de nome. Altere o caminho de curso. Altere a Lucia mesmo sexo. O que o princípio desta história não muda? Os alunos vivem em um mundo paralelo, que são as redes sociais, um ecossistema baseado na imagem onde quem não está, não existe. De cinco anos a esta parte, a idéia de que há que estar onde está o cliente foi calada lentamente nas universidades espanholas, e hoje a gestão de seus perfis ‘on line’ é uma linha estratégica fundamental. É a guerra por ‘follower’, veja-se, por a matrícula. Em termos empresariais, a concorrência está servida.

A oferta de cursos tem crescido nos últimos anos, para uma demanda que não cresce com a mesma força. Um aluno pode estudar, por exemplo, Administração de Empresas em 23 centros apenas na Comunidade de Madrid. As salas de aula já não se enchem e captar novos alunos é vital para manter o financiamento, tanto no setor público como o privado. Primeiro passo, pois, estar.

E no Facebook estão em todos os locais, sem exceção. Não assim no Twitter, onde a única que não tem uma conta corporativa centralizada é a Universidade de Lleida, ainda está “em fazer isso”. No entanto, com a presença não é suficiente. Além disso, há que chegar ao público. O Twitter se perfila como a rede líder em influência e, por isso, cada maestrillo tem sua cartilha.

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Os centros andaluzes, aglutinam-se o maior número de seguidores na plataforma do pássaro Larry, e a cabeça se situa a Universidade de Granada (UGR), com cerca de 85.000 seguidores, quase o dobro da média espanhola. Ele também é o responsável pela estratégia digital desde que, em 2010, a chegada dos novos graus, o que precipitou o desembarque da UGR no Twitter e Facebook.

Com a “orientação ao cliente” pela bandeira, do Bairro aposta na controversa estratégia ‘follow to follow’ para promover a interação com os alunos, que compõem o grosso de seu público. Na guerra para caçar seguidores, nem mesmo as universidades estão livres de suspeita. Um passo por recorrido ferramenta ‘on line’ Twitter Audit revela que os centros têm 40% de seguidores inativos. Em alguns, como a Universidade de Alicante, o percentual eleva-se até mesmo mais do que a metade de seu público. Daí que a difusão real de mensagens não dependa tanto de que o público seja maior ou menor, mas a motivação daqueles que os recebem.

As universidades, a priori, não parecem grandes influencers, com um índice H em torno de 20 (Ministério do Emprego tem 70) e um domínio notável das públicas sobre as privadas. A personalidade digital da UCM é obra de Margot Área há quatro anos. Seu primeiro trabalho foi, precisamente, a de centralizar a informação institucional em uma conta. Por isso, hoje muitos departamentos contam com uma identidade social própria, mas sempre como satélites da empresa. Enviamos e-mails a todos os alunos, solicitando que respondam a um questionário. De cada 100, apenas cinco responderam. Há que olhar para o público onde quer que esteja.

Uma vez completado o seu estudo, começa a seguir para aqueles que acha de qualidade, gera Engajamento e trata de estabelecer uma relação de confiança, assim pouco a pouco (talvez sem que se dê conta), você pode ganhar seguidores nas Redes Sociais. A segmentação é um passo importante para ganhar seguidores nas Redes Sociais, quando você tem um público interessado em sua marca, o que oferece e no seu conteúdo, pode-se assegurar que o nível de interação é alta.

Quando você tem uma audiência sempre interessada em tudo o que fizer, você se torna o centro de atenção daqueles que podem ser potenciais clientes. Por isso provocará um aumento paulatino de sua lista de seguidores. Esta ação se aplica para todas as plataformas, só terá que criar mecanismo de pesquisa diferentes para cada rede social e agir de acordo com o estilo de cada uma. Segmentar poderia implicar limpar sua lista daqueles seguidores fake e inativos. Também significa escolher a quem seguir e a quem não.

Por exemplo, fazer segmentação nas Redes Sociais pode levá-lo a dirigir-se a um público que compreende em um idioma específico, a excluir pessoas por idade, sexo, preferências e até por palavras-chave. A qualidade dos seguidores não só se limita à segmentação ou a conhecer a audiência do concorrente.

Joana

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