O Nutricionista Da Geral

O Nutricionista Da Geral

Que comercializam referem-se a ela com nomes diversos: a faseolamina secas; com “ph” no início, phaseolamina, se você quiser ir de erudito botânico; ou terminado em “e”, phaseolamine, se você vai passar o rolo anglófono. O homem em sua essência é a mesma. O tema não é novidade, há tempo já que a faseolamina jogue suas cartas neste imenso negócio em que alguns se empenham em transformar a placa do emagrecimento. Objectivos, em princípio, desejável, se se aspira, também, a mudar quilos por saúde. No entanto, as estratégias que se propõem não são, muitas vezes, as mais aconselháveis. Como se supõe que funciona a faseolamina? A teoria é impecável, atento.

Cada vez que ingere hidratos de carbono dos alimentos, mais especificamente hidratos de carbono de cadeia longa, como o amido, seu corpo tem que “cortar” com o fim de absorver e obter a energia deles. Neste trabalho de corte intervém uma enzima chamada alfa-amilase encarregada de quebrar em pequenos fragmentos das longas cadeias hidrocarbonadas.

Pois bem, a faseolamina é um “ingrediente” que se supõe que inibe a ação desta enzima. Assim, se os hidratos de carbono não é trocean, estes não são absorvidos e, por isso, não somariam calorias. Bom, que sim. Porventura, alguém dúvida de que isso não funciona? Se dúvidas é bom o que fazes.

E se eu recusar, melhor ainda. Te digo isso porque, em 2011, há dois añazos, a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) pronunciou-se de forma muito concreta a respeito deste elemento como um facilitador na perda de peso. Pode consultar o relatório completo aqui. On the basis of the data presented the Painel concludes that a cause and effect relationship has not been established between the consumption of phaseolamine and reduction in body weight.

com base nos dados apresentados, o Grupo de trabalho conclui que não se pode estabelecer uma relação de causa e efeito entre o consumo de faseolamina e a redução do peso corporal. E não foi há dois, mas quatro anos quando o GREP-AEDN se pronunciou em um documento de posicionamento em referência a eficácia e a segurança da faseolamina para perder peso. A atual literatura científica disponível não recolhe suficientes estudos em humanos corretamente projetados que comprovem a eficácia da faseolamina como suplemento dietético para a perda de peso. Pois isso, resultados bonitos.

Como não podia ser de outra forma, as alegações de que o produto é “natural” são frequentes. A fasolamina é extraído do feijão (Phaseolus vulgaris, daí o seu nome criativo) e com isso já basta para dizer que é “natural”, como se este adjetivo fosse sinônimo sem controvérsias de algo benéfico. Lembro-lhe que a toxina botulínica, a cicuta e as Amanita nessas zonas uma vez encontrados, entre muitos outros elementos também entram na categoria de “natural”. Os fabricantes de produtos com faseolamina lhes deve importar uma foda que não haja estudos de qualidade suficiente para garantir a sua eficácia contra os quilos a mais.

E, por último, o de sempre: o meu grito entre teclas para as adormecidas, ausentes ou indiferentes autoridades sanitárias perante esta situação. Já que a comercialização deste tipo de produtos não é algo isolado e se há por parte dos seus promotores, sem esconder o mínimo. E assim uma longa lista de outras marcas menos conhecidas.

  • 1 Tipos de empresa privada
  • Especialista em importação
  • Desinteresse para os concorrentes potenciais
  • Eduard 15 de agosto, 2015
  • 1914: 4.º no Campeonato Amador
  • Meios técnicos para identificar e corrigir erros de introdução de dados
  • Desviar a atenção enquanto se prepara um ataque de maior importância

Marcas que muitas vezes comercializam este tipo de produtos, através de supermercados (no meu, sem ir mais longe). Sim, dos supermercados. Porque para vender isso não há necessidade de fazê-lo, nem muito menos em uma farmácia… embora alguns fabricantes, assim, se empenhem. Eu acho, porque eles acham que lhes dará mais glamour, ou vá para saber.

Esta síntese revolucionária fez com que se tentar sintetizar outros compostos orgânicos. Para a futura indústria farmacêutica teve grande importância a descoberta acidental, em 1856, o primeiro corante sintético, a ‘lilás’. Os corantes ou pigmentos sintéticos tiveram um enorme impacto sobre os avanços médicos. Aumentou consideravelmente a gama de produtos biológicos de tintura, o que acelerou o progresso da bacteriologia e da histologia.

Joana

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