O Que É Melhor Para Eliminar A Gordura?

O Que É Melhor Para Eliminar A Gordura?

Durante muitos anos, a comunidade fitness está sempre pairando em um extenso debate para determinar qual é o melhor método para dar passagem para a perda de gordura. Enquanto alguns afirmam que o exercício cardiovascular é a opção mais confiável; há outros tantos que proclamam que os treinos com força garantem uma perda de mais otimizada, com o passar do tempo. É claro, também estão os que pregam que se obtêm melhores progressos ao combinar as duas atividades, porque com isso consegue-se um maior uso de energia.

no entanto, devido a que a perda de gordura se traduz em um complexo processo em que se envolvem diversos fatores ao nível físico, fisiológico e metabólico, não basta apenas fazer suposições para chegar a uma conclusão definitiva. Então, o que nos diz a ciência sobre isso? Não obstante, há que saber que durante o cardio também são utilizadas as reservas de glicogênio como fonte de energia, especificamente durante os primeiros 20 minutos de treino.

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Claramente, este processo não acontece da noite para o dia, mas que se dá com o passar do tempo a submeter-se a muitas corridas contínuas. Com o exercício cardiovascular se oxidam gorduras, mas, infelizmente, a fazer isso de forma seguida também levará a uma eventual perda de massa muscular que, para nossos propósitos, é totalmente contraproducente, por razões que veremos mais adiante.

O outro lado da moeda temos o treinamento de força como uma alternativa para dar lugar a oxidação de gorduras. Quão eficaz é este? Os treinos de força, assim como os exercícios cardiovasculares, caracterizam-se por utilizar as reservas de glicogênio como principal fonte de energia na hora de realizar os exercícios correspondentes.

no entanto, com este tipo de rotinas não é necessário muito desgaste de energia, por isso que, mesmo depois de 20 minutos de exercício é provável que as reservas de glicogênio ainda não se tenham esgotado. Em alguns casos, especialmente quando se trata de iniciantes treinando, é provável que, mesmo depois de concluir a rotina, ainda sejam pequenas reservas de glicogênio sem consumir.

Em outras palavras, e, salvo condições específicas, durante os treinos de força tendem a não utilizar as gorduras como fonte de energia, pelo que, à primeira vista, estes não são adequados para alcançar o nosso objetivo. Mas antes de tirar conclusões precipitadas, há que se lembrar que quando se trata do corpo humano, não basta apenas calcular quantas calorias você gasta durante o exercício, mas o total de calorias usadas ao longo do dia. E é que, se bem os treinos de musculação não são considerados como alternativas ideais para o uso exaustivo de energia, sim, que nos podem ajudar a queimar gordura, mesmo a longo prazo.

Isto se deve a que, ao ganhar massa muscular, o metabolismo está em alta, devido a que o músculo é um tecido metabolicamente ativo, ou seja, que requer energia para poder manter-se dentro do corpo. A maior razão de músculo, maior será o número de calorias gastas, mesmo se nós não estamos fazendo alguma atividade física. Um resultado como esse é totalmente diferente, os exercícios cardiovasculares, onde só se usam energias no momento de fazer a sessão esportiva, não depois. Neste caso, temos um ponto a favor dos treinos de força.

Uma das alternativas para isso são os treinos full-body, que poderíamos descrever como uma combinação de ambos, ao exigir um esforço cardiovascular e muscular ao mesmo tempo. Para isso, é necessário recorrer à execução de exercícios multiarticulares como chin-up, push-ups ou flexões, supino e militar, agachamento e levantamento terra, entre outros.

10 flexões, 10 flexões e 10 agachamentos fazem parte de um circuito único. Estes fazem-se uns após outros e, depois de concluir os 30 movimentos tomamos um pequeno intervalo de 30 segundos para voltar a repetir o circuito e, assim, dar por terminada a rotina. A demanda que se faz a nível muscular, sem dúvida, é intensa, mas o sistema cardiovascular também se põe em marcha, o que vamos obtendo um lucro duplo em uma mesma sessão esportiva. Isso sem mencionar também que o gasto calórico é impressionante. Como outro recurso bastante útil para a queima de gorduras, são os treinos por intervalos de alta intensidade, também chamados de HIIT, por suas siglas em inglês.

O que se busca com o HIIT é levar a frequência cardíaca até 80 ou 90% de sua capacidade máxima. A rotina de HIIT não devem exceder os 20 minutos, e nesse tempo se devem incluir, pelo menos, 10 minutos de aquecimento, sendo que a atividade intensa limita-se a cerca de 4 a 5 minutos em cada sessão.

Joana

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