ESCOLHER ALIMENTOS PARA PERDA DE PESO, GUIA PARA EMAGRECER

ESCOLHER ALIMENTOS PARA PERDA DE PESO, GUIA PARA EMAGRECER

Sempre que haja uma decisão de efetuar um tratamento para o excesso de peso ou a obesidade, deve-se pensar em um manejo integrado. Devemos ter em conta que existe uma tendência hereditária, uma diminuição do metabolismo basal e uma alteração da saciedade. Além disso, o ambiente que nos rodeia convida a comer cada vez mais e a ser cada vez mais sedentários.

O único enfoque válido para controlar a obesidade é reconhecê-la como uma doença crônica, perigosa, que acarreta grandes riscos para a saúde. O manejo implica atingir um peso adequado e, além disso, mantê-lo para não voltar a engordar. Para conseguir isso, é necessária uma mudança no estilo de vida. Isto é diminuir a ingestão de alimentos e aumentar a atividade física, modificar hábitos alimentares e de atividade física para melhorar a saúde.Se decidir efectuar tratamentos com medicamentos, também é necessária a mudança de hábitos, de forma constante, pois caso contrário, pode voltar a ganhar peso.

Vamos nos referir a alimentação e a actividade física de uma forma separada por razões didáticas, mas sempre ter em mente que caminham juntos e são inseparáveis no manejo dos problemas de excesso de peso ou obesidade. Uma das causas do insucesso e abandono no tratamento de problemas de excesso de peso ou obesidade é não ter claro em que consiste o manejo alimentar. Não se trata de “fazer dieta” por quinze dias e já, resolvido o problema.

De seguro terminada essa “dieta”, no fim de semana seguinte recobrará os quilos perdidos e até mesmo ganhar uns extras. Digamos a verdade: É necessário eliminar certos alimentos, diminuir os outros, não modificar alguns e aumentar o consumo de outros. O que incomoda o paciente é pensar que essas mudanças são para toda a vida. Não é assim, ou se o é, mas somente em relação às quantidades e a frequência com que se podem comer. Não há dúvida de que, inicialmente, é difícil deixar alimentos que habitualmente são consumidos, mas ao ver como a perda de peso e percebe-se melhora e se torna mais fácil deixá-los.

Certamente mais tarde você pode voltar a consumir em quantidades adequadas e racionais, não em grandes porções, como o para diante. Comer bem não é comer muito. Desfrutar de uma refeição não é acabar com um delicioso prato em três minutos e continuar com o outro. Desfrutar de uma refeição é saboreá-la, ser experimentada, vivenciá-la: Devagar e com prazer. Em seguida, levantar-se da mesa sem ter que recorrer a um efervescente nem a um antiácido, pois a lentidão insuportável, quase não deixa de incorporar, nem ter que desabotoar a calça e afrouxar a correia para poder respirar bem. O plano de alimentação, deve ser celebrado entre o paciente e seu médico, e é aí que começa o compromisso do paciente para levá-lo a cabo.

  1. Sexta comida: 200 garroz integral , ½ xícara, 1 salada pequena com azeite e vinagre
  2. Desenvolvimento progressivo do cérebro, especialmente do córtex cerebral
  3. Aumentar a ingestão de vegetais e frutas
  4. Antecedentes com acidentes vasculares cerebrais
  5. Conectividade móvel – 7/10
  6. Maria R. 19 de julho de 2016 at 16:22
  7. Executar atividade cardiovascular
  8. 2 fatias de pão integral tostado com uma extensão fina de manteiga

Não se devem fazer transgressões ao plano. Se as faz com que sejam pecados veniais e ocasionais. Se viajarem de rotina, não vale a pena. Não vão se ver resultados e está enganando. Define-Se a quantidade de calorias que a pessoa necessita. Isso é calculado sobre o peso desejado, e não sobre o peso atual. Se lhe restam as calorias que você precisa para perder peso, são calculadas as que pode queimar por atividade física e se elabora o plano com um menu.

Vejamos um exemplo: Uma pessoa requer de acordo com os cálculos 1.800 calorias e vai ter de fazer atividade física durante a terapia. 1 kg semanal ou a cada 10 dias. Elaborar um menu é um procedimento de consultório, mas aqui vamos ver alguns aspectos que se devem destacar. No anexo final se dão os valores dos alimentos em calorias, para que você aprenda a contá-los e lhe seja mais fácil seguir um plano alimentar. Todo alimento produz calorias. GORDURAS: 9 calorias por cada grama. PROTEÍNAS: 4 calorias por cada grama. CARBOIDRATOS: 4 calorias por cada grama.

Como podemos ver, as gorduras são os alimentos que mais contêm calorias, é necessário disminuirlas de forma importante. Os carboidratos são semelhantes às proteínas em calorias mas são os alimentos que mais consumimos, especialmente na forma de açúcares e farinhas. Os açúcares que são assimilados muito rapidamente tendem a engordar muito, que incluem os doces, refrigerantes, sorvetes, chocolates, bolos (estes se devem abolir até obter o peso desejado). As proteínas devem-se escolher entre carnes de preferência brancas como frango e peixe (ver tabelas sobre o valor dos alimentos). Toda pessoa que inicia uma mudança de estilo de alimentação, deve familiarizar-se com o conteúdo calórico dos alimentos e aprender a lidar com as calorias que você consome durante o dia.

As frutas não podem faltar, pois são fontes de vitaminas e minerais. Os vegetais também fornecem vitaminas e minerais e têm outras vantagens adicionais: Em geral, têm baixo teor calórico, aumentam a sensação de saciedade e melhoram a digestão. Deve estimular o seu consumo. Como se vê, não é difícil elaborar um menu. Coma devagar, na mesa do jantar, sem cuidados.

Joana

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