Xeque Ao Rugby (artigo De Chema Buceta)

Xeque Ao Rugby (artigo De Chema Buceta)

Se as prometia muito felizes da seleção nacional de rugby, pois “só” tinha que ganhar a Bélgica, um adversário inferior, para estar no próximo mundial. Um sonho que ele tinha se alimentado de méritos próprios, sendo o último mês, a Roménia e Alemanha, e uma cobertura mediática e assistência massiva de público, incluindo o Rei Filipe VI.

Aproveitando esta plataforma midiática, também falou sobre os valores do rugby: o seu esportivo, o respeito ao árbitro, o terceiro tempo, etc., Ao mesmo tempo, uma vez que as “estratégias” para motivar costumam basear no “seguro que podemos”, “temos que ganhar seja como for”, “não chegamos até aqui para fracassar”, “não podemos falhar”, “vamos fazer história”, etc., Não sei se é isso o que aconteceu com a selecção portuguesa de rugby, mas tem pinta. Trata-Se de um jogo que você tem que ganhar sim ou sim, e as coisas não saem como se pensava, diante de um adversário inferior.

Sempre com o placar em contra. 12-0 no descanso. Não se consegue avaliar até que falta pouco para o fim, quase sem tempo para reagir. Segundo o que se disse depois, “o time jogou mal”, “não esteve à altura”; e, finalmente, a Bélgica venceu. Uma “tragédia” que não se esperava. Até aqui, algo que pode acontecer ao mais pintado, compreensível em esportes que necessitam sair do anonimato e aproveitando os holofotes para fazer barulho, dar-se a conhecer mais, vender entusiasmo e atender e atrair apoiadores e patrocinadores.

O jogo já provoca uma motivação elevada, e, portanto, não há que jogar mais lenha no fogo, mas compensar essa motivação para que não se passe de listra e possa ser canalizado de forma inteligente em benefício do desempenho. Será que Nos sentimos falta de ter espectadores ou treinadores que agredan os árbitros ou os insultam, sem impunidade?

isto É a melhor educação que pode oferecer o esporte, desprezando a autoridade do árbitro, humillándole e com a culpa de nossos próprios fracassos, em vez de olhar para dentro a fim de avaliar o que fizemos de errado? É impróprio de um comentarista profissional que tem o poder do microfone, abusar deste para culpar o árbitro, como se fosse um fã, um admirador, sem assumir a responsabilidade do dano que pode fazer aos que lhe ouvem. E é impróprio de uma televisão pública que os profissionais transmitam um estilo de funcionamento covarde que justifica o fracasso lançando a culpa em quem não pode se defender. Alhambra Nievas e muitos outros deste esporte que se sentiram envergonhados.

  • Estádio 1. Moral heterónoma: Obediência por temor ao castigo (Infância)
  • Maio 121
  • 2 História 2.1 Antiguidade 2.1.1 Grécia e Egito
  • você Faz campanhas de Email Marketing, mas sente que não é o canal preferido de sua audiência
  • Que contenham vídeos (se podem ser seus, melhor)
  • Engagement. Aumentar as interações com o nosso público-alvo
  • 4 O papel da cor na identidade visual

Passado um dia, os jogadores, o treinador e outro pediram perdão, mas o fizeram com a boca pequena. Evidentemente, é possível alterar as normas sobre as designações dos árbitros, mas terá que fazê-lo em local apropriado e nunca quente. Qual o esporte estamos falando? O exemplo que lhes deram os jogadores internacionais, os ídolos em que se fixam, acorralando e perseguindo o árbitro? O exemplo que lhes seguem dando se empenhando em culpabilizarlo?

Este cuidado pode se estender para o nível familiar, colegas de trabalho e comunidade. Por fim, na fase executiva (antes dos 40 anos de idade média), o adulto desenvolve a habilidade de aplicar o conhecimento complexo em diferentes níveis. Aqui se responsabiliza sistemas sociais ou movimentos sociais. Por isso, se pode dizer que, nesta fase, pode sobrepor as etapas anteriores.

Para Piaget e Kohlberg, o desenvolvimento moral depende do desenvolvimento cognitivo, já que o adulto consegue superar o pensamento egocêntrico (infância), o que implica uma capacidade crescente para pensar de forma abstrata. Segundo Kohlberg, o adulto se encontra no terceiro nível da teoria do desenvolvimento moral, a qual é conhecida como pós-convencional. Aqui, os julgamentos são baseados em abstrato e por princípios pessoais, que não necessariamente são definidos pelas leis da sociedade.

estabelece valores independentes para as instituições, como a liberdade e a vida. Na idade adulta, a pessoa pode se encontrar em uma das duas etapas seguintes. • Fase 5 “Contrato social”. O adulto jovem pensa em termos racionais, valorizando o bem-estar social e a vontade da maioria. O sujeito aceita o obedecimiento a lei imposta pela sociedade, ou seja, respeita o consenso. • Fase 6 “Princípios éticos universais”. O adulto considera correta uma ação sobre a base de padrões internos, ou seja, conceitos abstratos de justiça, dignidade humana e da igualdade, apesar das restrições legais ou o que os outros pensam.

Os indivíduos nesta fase, consideram que há valores universais que todas as sociedades devem estar de acordo. Portanto, Kohlberg propõe que os indivíduos só poderiam atingir esses estágios, passando os 20 anos desde que se exige de experiências para reavaliar e definir o que é certo ou justo no momento de julgar. Além disso, essas experiências fazem com que você possa ver melhor, moral e socialmente o ponto de vista dos outros. Segundo Kohlberg, há duas experiências que facilitam o desenvolvimento moral: confrontar valores em conflito (como acontece na universidade ou o exército) e responder pelo bem-estar de outra pessoa (quando um indivíduo se torna pai).

Joana

Os comentários estão fechados.
error: