Vitória Recebe Uma Jornada Sobre A Transformação Digital Do Comércio Vasco

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A viceconsejera de Turismo e Comércio do Governo do país Basco, Isabel Coimbra, e o presidente a eusko Ganberak-Câmaras Municipais, Gregório Vermelho, foram os encarregados de abrir o ato. O presidente das Câmaras Municipais, Gregório Vermelho, por sua vez, agradeceu a presença da viceconsejera como “sinal da boa sintonia interinstitucional”. Vermelho destacou que este encontro terá continuidade com cerca de 30 oficinas que serão ministradas por toda a geografia do país basco. Além disso, foi destacado o “compromisso” de a eusko Ganberak com os empresários do comércio.

Hoje em dia as pessoas não confiam tanto na idéia de que a história se move em direção a um destino único ao longo de uma série de estádios. E, apesar de continuar sendo popular, a maioria dos historiadores não suportam a idéia de um conflito duradouro entre ciência e religião. Conhecidos conflitos, como o processo de Galileu atearam entre políticos e personalidades, não apenas a ciência e a religião.

Muitos dos que apoiavam a Charles Darwin eram religiosos, e muitos de seus detratores científicos, e vice-versa. Muitos outros supostos conflitos entre ciência e religião são resultado ser puras invenções. De facto, e contrariamente ao conflito, historicamente o habitual tem sido que ciência e religião se ajudarem mutuamente mais do que que chocaran. Em seus anos de formação, durante o século XVII, a ciência moderna se apoiou em sua legitimação por parte da religião. Durante os séculos XVIII e XIX, a teologia natural ajudou a popularizar a ciência. O modelo de conflito entre ciência e religião oferece uma visão errada do passado e, combinado com as expectativas de secularização, implica uma visão errada do futuro.

A teoria da secularização falhou tanto na descrição como na sua previsão. A pergunta real é por que ainda existem teorias de conflito entre ciência e religião propostas, em muitos casos, por cientistas proeminentes. Seria redundante explicar as teorias de Richard Dawkins, que não é, por certo, uma voz solitária.

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A religião não vai desaparecer em um futuro próximo, nem a ciência, a destruirá. Se por acaso, é exatamente a autoridade da ciência que cada vez está mais ameaçada, assim como a sua legitimidade social. Por isso, precisa de quantos amigos puder obter. Alguém deveria aconselhar aqueles que a apoiam, que deixem de procurar um inimigo da religião e de insistir em que o casamento entre ciência e secularidade é o único caminho para um futuro seguro. Peter Harrison é diretor do Instituto de Estudos Avançados em Humanidades da Universidade de Queensland (Austrália) e autor de ‘Os territórios da ciência e da religião” (2015). Publicado originalmente no Aeon Média. Segui-lo no Twitter: @aeonmag.

Identificou conhecimento com a criação artística, que é a forma mais profunda de conhecimento. A arte é a reconciliação entre a vontade e a consciência, entre objeto e sujeito, alcançando um estado de contemplação, de felicidade. A consciência estética é um estado de contemplação desinteressada, onde as coisas são exibidos em sua pureza mais profunda. A arte fala a linguagem da intuição, e não da reflexão; é complementar à filosofia, ética e religião. Influenciado pela filosofia oriental, disse que o homem deve se libertar da vontade de viver, do ‘querer’, que é fonte de insatisfação.

no final do século XIX surgiu o esteticismo, que foi uma reação ao utilitarismo, em vigor na época e a feiúra e o materialismo da era industrial. Um dos teóricos do movimento foi Walter Pater, que influenciou o chamado decadentismo inglês, estabelecendo em suas obras que o artista deve viver a vida intensamente, seguindo como ideal para a beleza.

Em contraposição ao esteticismo, Hippolyte-Adolphe Taine elaborou uma teoria sociológica da arte: a Filosofia da arte (1865-1869) aplicada à arte um determinismo baseado na raça, o contexto e a época (race, milieu, moment). Para Taine, a estética, a “ciência da arte”, opera como qualquer outra disciplina científica, com base em parâmetros racionais e empíricos.

Por outro lado, a função da arte foi questionada pelo escritor russo Lev Tolstoi: o Que é arte? ] Igualmente, Carl Gustav Jung relacionou a psicologia com diversas disciplinas como a filosofia, a sociologia, a religião, a mitologia, a literatura e a arte. Wilhelm Dilthey, a partir da estética cultural, formulou uma teoria sobre a unidade entre arte e vida. Uma das primeiras formulações foi a do marxismo: a obra de Marx ficou claro que a arte é uma “superestrutura” cultural determinada pelas condições sociais e econômicas do ser humano.

Joana

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