Uma Opção Para Transformar Seu Hobby Em Um Negócio Em Cima

Uma Opção Para Transformar Seu Hobby Em Um Negócio Em Cima

nos últimos anos, as startup do universo “Do It Yourself” (DIY) (em português, “faça você mesmo”) estão mudando a forma de fazer negócio no mundo dos artesãos e empreendedores. Caracterizadas por entender a empresa com um conceito distante do tradicional, as assinaturas DIY estão em crescimento. Agora, estas tendências têm se materializado em uma “contra-corrente que rejeita a tecnologia”, observa Campuzano.

No “Do It Yourself”, confluem a co-criação e o prosumer, duas tendências do marketing que promovem diferentes relações entre empresa e consumidor. “A co-criação significa criar junto às marcas. A ideia é que o cliente comunique-se para dar sentido ao seu consumo e se fidelizar a marca. O prosumer transforma o cliente em um especialista que ensina aos outros como ele funciona”, explica. Neste sentido, “a empresa atua como um coach, que oferece ferramentas e dicas para que o consumidor faça o seu próprio produto”. A idéia por trás do DIY é “a de aprender um ofício, ser alguém que nunca poderia ter imaginado”.

  • o esperado, O divórcio (para Isabel Preysler) de Patricia e Mario Vargas Llosa
  • Valentina Bernal diz
  • A magia é um mundo duro para as mulheres
  • Uma companhia pode sempre melhorar a sua estrutura de custos

além disso, permite que a relação entre cliente e produto decorrentes de “histórias para contar sobre uma experiência de aprendizagem ou produção de um objeto”, esclarece esta especializada. Em conclusão, surge como uma filosofia que afeta a criatividade, a arte e a maneira de ver o mundo; uma rejeição da tecnologia que alia o valor das coisas feitas à mão. Uma dessas empresas é We Are Knitters.

Uma startup portuguesa que nasceu em 2011 a mão-de-dois jovens empresários que “lançaram-se à aventura de criar algo novo”, explica Alberto Bravo, um de seus fundadores. Se dedicam à lã e, em particular, oferecem a pessoas que não sabem tecer a oportunidade de aprender e criar suas peças.

Sonia Molina, diretora-geral de DaWanda, outra das startups DIY que opera em território nacional.

São intermediários e comercializa um kit que inclui lã, agulhas e um padrão. Além disso, em seu site contam com uma seção de tutoriais para que o processo seja totalmente interativo. Apesar da crise, em quatro anos, têm crescido e operam em Espanha, França, Alemanha e Estados Unidos. “A Internet tornou-se o melhor aliado dos empreendedores na hora de transformar o seu hobby em um negócio”, diz Sonia Molina, diretora-geral de DaWanda, outra das startups DIY que opera em território nacional. Foi fundada em 2006 em Berlim.

Seis anos depois chegou a Portugal e tem sede em outros cinco países europeus (Reino Unido, Itália, Polónia, Países Baixos e França). Atualmente, conta com mais de 5 milhões de usuários e 300.000 designers. Seu portal é um mercado online que, além de produtos feitos por artesãos, cada usuário pode encontrar o material para fazer suas criações.

Joana

Os comentários estão fechados.
error: