Uma Feira Em Defesa Do Golfe, E Em Memória De Seve

Uma Feira Em Defesa Do Golfe, E Em Memória De Seve

Em defesa do golfe, seus valores e seus benefícios ambientais e sociais. A feira começou com a presença de Esperanza Aguirre, presidente da Comunidade de Madrid, que estava testando alguns paus no campo de práticas instalada no recinto. Xavier e Manuel Ballesteros, filho e irmão do desaparecido Seve, assistiram ao visionamento de um emotivo vídeo que mostrava alguns dos melhores momentos da carreira do Professor de Pedreña.

Esperanza Aguirre também assinou a Declaração de El Escorial, em defesa do golfe, os seus valores, e seus benefícios ambientais e sociais. Uma das marcas de identidade desta feira, que foi converitdo no ponto de referência e encontro para a indústria do golfe, os profissionais e os amantes deste esporte, é a interatividade com o público.

Área de Jogo Curto, quadra de práticas de 1.000 metros para testar os naipes, putting-green OnlyGolf. Além de ser um importante harmonização entre o golfe e a gastronomia, tão unidos no Buraco 19 de cada clube; e,como não poderia faltar, campos e destinos, a qual mais atraente. Também foi apresentado na sociedade o projeto MYTPI,com Titleist, que pretende formar a paixão do golfe, criando, primeiro, um atleta e, em seguida, dando forma a um cavalheiro. Através da preparação física aplicada ao golfe, este sistema de aprendizagem propõe-se utilizar outros esportes e atividades físicas, para aplicá-las ao swing de golfe.

Por exemplo, a prancha para conseguir mais estabilidade; circuitos com barras para obter mais equilíbrio; uma escada para aumentar a agilidade ou uma diana com bastões de borracha para aperfeiçoar o lançamento. Uma filosofia dirigida aos mais jovens e às escolas. E o que mais curiosidade despertou foi o GLIDEBALL: uma maleta portátil, que se converte em campo de estágio.

O estojo se abre sobre uma superfície plana, não há necessidade de fixação ao solo, planta-se uma espécie de estilingue, até uma distância máxima de 20 metros ao qual se acopla uma borracha que leva enviada uma bola de golfe. Todo o sistema é tenso, é acertar a bola sobre uma alfrombrilla artificial e a bola, após um breve curso, voltou ao seu lugar. Engenhoso invento de campo portátil.

Ontem à noite ele voltou a demonstrar. Tão calmo, como se o que estivesse dizendo se estivesse contando um amigo em um bar, Sobral soltou seu golpe mais duro. Motos. “Ah, não em tudo, mas eu acho que não existe isso de música eurovisiva. As pessoas gostaram porque era diferente e, ao final, o diferente vence”, respondeu o Sobral mais correto. Teve um choque para todos, T-O-D-O-S.

Motos. E é que Sobral pôs em apuros e puxou as cores a tudo o que pôde, e a tudo o que quis. Os zascas que está dando Salvador Sobral e dizendo verdades como punhos! Lhe parabenizo até as orelhas. Motos. “É um show de entretenimento, um show de audiovisuais. A música é um detalhe muito pouquinho desse show”. A resposta quanto menos é sincera e com isso, goste ou não, é mais do que dar-nos outros: “é-Me indiferente. São músicas que tocam, que passam e não dizem nada”.

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E ficou mais largo que longo. Talvez não estamos de acordo com Sobral, talvez pensar que foi de sobrado ou talvez Sobral na noite passada fora a voz dos que muitos de nós pensamos. Sobral sempre foi muito crítico com o festival Eurovisão da canção. Foi quando ganhou e foi em entrevistas posteriores.

Para o português Canção não é a música, é um show ao que veio, sem muitas esperanças, e que lhe saiu redondo. Seu corpo está dormindo. Não entende nada do que está acontecendo. Acima tínhamos quatro guarda-costas que se seguiam a todas as partes. Não sei o que pensam eles, que os terroristas querem matar o vencedor do festival Eurovisão da canção.

Que não, que não, não sabem sequer o que é. A fama a vejo como uma conseqüência da arte. Nem todos os artistas têm fama. Não vejo isso como um objetivo. Às vezes, as pessoas confundem isso com ser famoso por ser famoso. Em Portugal acontece isso com as pessoas, salva-me. Você não e tal, a ti, que tivesse por fim uma AVE Madrid-Lisboa? Minha primeira vida, já eu estava dado como morto, e, igualmente, era feliz porque canta. Apenas no final, final, final, não podia cantar. Agora eu tenho uma nova vida. Posso correr, posso jogar futebol, eu posso subir escadas.

Joana

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