Um Em Cada Quatro Estudantes Do Ensino Médio Quer Empreender

Um Em Cada Quatro Estudantes Do Ensino Médio Quer Empreender

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Um em cada quatro estudantes do ensino médio em nosso país, planeja montar sua própria empresa e empreender. É uma das principais conclusões que se extrai do relatório de Círculo de Formação realizado no Salão de Orientação Universitária Unitour. Há outros dados de interesse, como que a metade dos jovens optará por optar por um curso de graduação, em função de sua vocação, enquanto que 57% contemplaría uma saída do país para encontrar um emprego.

Este estudo foi realizado entre outubro de 2014 e fevereiro deste ano, em 25 cidades espanholas. Quatro em cada dez jovens consultados acreditam que vão acabar trabalhando em uma empresa privada, enquanto que 23% segura a opção de preparar oposiones para desempenhar uma carreira como funcionário público. Por contra, 10% optaram por orientar o seu caminho profissional, de acordo com colete Servimedia.

Este espírito empreendedor se deixa notar, sobretudo, em Málaga, já que 33% dos estudantes de ensino médio consultados deseja montar seu próprio negócio, para ser seu chefe. Com o passar dos anos, este espírito empreendedor vai perdendo força entre os jovens. O que está claro é que estes alunos estão conscientes das enormes dificuldades que existem para encontrar um emprego em Portugal, daí que mais da metade (57%), pondere a opção de emigrar para um país estrangeiro. 34% dos entrevistados reconhece que irão viver onde tenham trabalho e 23% vai direto para fora de nossas fronteiras.

Logo, houve várias centenas de grevistas presos, com muita gente em pequenas salas nas cabeceiras municipais ou entre vagões quentes. O general Cortés Vargas tinha o propósito de intimidar os grevistas e, explicou mais tarde, de forçar os trabalhadores a se render prisioneiros trocados por concessões à United Fruit Company. As táticas do general não foram bem-sucedidas.

muitas vezes, se liberta os presos, por ordem de prefeitos ou juízes, ou do governador, que percebeu a apropriação da autoridade por parte do geral. Aqueles a quem tornou a catapulta obsoleta voltou para casa, onde eram recebidos como heróis. O apoio do general Cortés Vargas à United Fruit Company deu pé à crença generalizada de que a empresa havia corrompido o exército.

Se dizia que os soldados dormiam em casas da companhia e que a comida vinha de seus comisariatos. Os grevistas viam o general Cortés Vargas como o agente corrupto de uma empresa estrangeira, e o general temia os trabalhadores. Sustentava que eles também tinham sido corrompidos por agentes estrangeiros —agentes do comunismo internacional— e proibiu a seus soldados aventurar-se para os campos bananeiras com menos força do que uma companhia.

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Embora eu via os grevistas como pessoas potencialmente violenta, a sua maior preocupação não era que atacam os soldados, mas que ganharam suas simpatias. E esta era a intenção dos grevistas. Quando tiveram a oportunidade, os trabalhadores estavam falando com os soldados. Os oficiais do exército começaram a duvidar da lealdade de suas tropas, principalmente porque a maioria dos soldados eram costeiras, enquanto os oficiais eram “cachacos”. Em resposta a estas dúvidas, trouxeram-300 reforços de Antioquia durante a última semana de novembro. Os esforços para quebrar a greve por parte do general Cortés Vargas seguiam as ordens do ministro da Guerra, Ignacio Rengifo Borrero.

Impetuoso e arrogante, Rengifo era famoso por tratar com dureza que o desafiavam. No movimento operário Rengifo só viu a desordem e rebelião. O governo conservador, o havia encarregado de tratar estes “problemas sociais”; a maneira de fazê-lo, pensava, era reprimir com firmeza, e se necessário pela força. Os trabalhadores deveriam aprender uma lição.

Alguns funcionários do governo não estavam de acordo. O Ministério de Indústrias, dirigido pelo jurista conservador José António Montalvo, preferia a negociação. Em 1924, o Congresso estabeleceu um escritório especial dentro do ministério —a secretaria de Trabalho— para reunir informações sobre as condições de trabalho e definir a nova legislação laboral.

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Joana

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