“Troca De Uma Camisa De Messi, Por Uma Cavenaghi”

“Troca De Uma Camisa De Messi, Por Uma Cavenaghi”

Algumas pessoas colecionam moedas, selos, mesmo figurinhas. Mas há também aqueles caçadores de tesouros, fãs de futebol, que dão o que quer que seja por uma t-shirt. Eduardo Simonian, colecionador de samarra de River, sabe perfeitamente o que significa essa paixão e com cada uma das t-shirts tem uma história para contar. Pergunta: Como começa esta saudável loucura? Resposta: Há dez anos, quando tinha vinte e dois, chegou às minhas mãos uma camisa do defensor Hernán Díaz. A primeira sensação foi de ‘que bom, a camisa de um jogador’.

Na minha casa não olhou muito futebol. Meu pai era de Racing e o sumo mirábamos algum jogo da Seleção Argentina. Mas sempre digo que o River me apaixonei, a vencedora década de noventa, porque ninguém me ao delírio do fanatismo. R: Arrancas com um punhado de t-shirts, e você comprar um caixa.

E quando passas de ter que salvar de uma caixa, um baú vai caindo em que a família se vai ampliando. Acontece que, dentro de cada coleção há mini coleções. Mas deve-se ver que um fio condutor levar. Ao princípio tudo está solto, e as t-shirts falam por si e vão indicando quais caminhos agarrar.

  • Melhor Atriz: Nathalie são paulo. (Premiada)
  • Noel Gámez Cardoso 09/09/2018 em 22:25
  • Alcançar os sonhos. Se alguma vez você já sonhou em ser muito bem-sucedida, esta será a sua oportunidade
  • Organização de Atividades extra-classe

Quando me dei conta que tinha cem camisetas do “Burrito” Ortega, outro bom par do “Pelado” Almeyda, vários do “Lobo” Ledesma e assim de outros jogadores, comecei a encontrar uma bússola. P: Como é que chega ao museu do River? R: Um dia eu estava no trabalho, e mandei um e-mail, sem muita esperança de que me respondam, ao museu.

Este museu é o meu segundo lar.

Anexar algumas fotos do que tinha, e me surpreendeu quando os poucos dias sentei-me em um escritório do Monumental porque estavam interessados na minha coleção. A gente sempre sonha, como torcedor, em poder colaborar com o que quer que seja em seu clube. Por sorte, com esta diretoria acabei trazendo muito mais e dando uma mão no clube de meus amores. A gente sempre procura trabalhar a partir de onde seja. Este museu é o meu segundo lar. P: E nessa reunião que lhe disseram. R: Me propuseram colaborar com as minhas t-shirts em alguns eventos. O tema foi quando me chamaram para o primeiro e viram a quantidade de material que estava dentro de um saco. P: o Que foi esse evento?

R: a homenagem a Matías Almeyda. O “Pelado” se aproximou de mim e me disse que não podia acreditar na quantidade de camisetas que tinha, todos os seus diferentes clubes. Indumentária local, suplente de treinamento. Até me perguntou se eu precisava de alguma. Disse-lhe que sim. A do Lyn Oslo, Noruega era o meu direito a figura complicada. Nem ele a tinha, e isso do colecionismo é como juntar desenhos e ir colando-as em um álbum sem fim.

A questão é que, quando se soube que me faltava me disse ‘eu te consigo’. P: você Completou essa página do álbum? R: os poucos dias que me soou o telefone, me disse que a tinha. Eu lhe disse que se a ficar, já que também a ele lhe faltava.

Mas nos cruzamos no Monumental, me veio buscar e me disse ‘assuma’. Ficou muito boa relação com ele, e a amizade com os jogadores às vezes é um lado muito importante para levar adiante esta paixão de colecionar. P: Como é que se dá conta quando uma t-shirt é ou não original?

Joana

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