Taxas Social Media

Taxas Social Media

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Para mim, tem que ver com a mudança das relações de poder em que estamos acostumados com os homens pelo fato de que seriam. Insisto em 8-M, mas me parece uma das coisas mais importantes que aconteceu: Há 15 anos, o feminismo era uma luta secundária e a esquerda dizia que o movimento emancipatório importante é a luta de classes.

O disco incide também no carinho e na ternura. Temos que nos reconhecer como seres interdependentes, que nos precisamos uns aos outros. E isso não leva mais do que a insatisfação. O que é o que mais lhe chama a atenção de Violeta Parra? Como conseguiu fazer músicas onde estivessem presentes tanto íntimo quanto o social. Uma canção como ‘A carta’, que parece uma declaração de amor ao seu irmão, mas é também uma denúncia política.

E, às vezes, o inverso: uma canção como ‘Graças à vida’, que acaba convertida em sintonia para uma campanha de uma companhia de seguros. Também tem uma música, ‘Crimes cantados’, contra os Centros de Internamento de Estrangeiros (CIE).Não sei como surgiu a idéia de dar esse toque para o Spacemen 3 e The Jesus & Mary Chain. Eu pensei que ele estava contando uma história revestida de violência. O que o levou a fazer um tópico sobre esses centros?

Tenho tempo colaborando também com a plataforma pelo fechamento do CIE, sobretudo com as pessoas de Valência. Na realidade, a canção que fiz para eles. É um movimento social que tem muito menos visibilidade do que deveria. Não se trata apenas de eles como esses buracos negros do Estado, mas como o epítome de algo maior, que é o racismo institucional. Agora que se fala tanto de supremacismo e de discursos xenófobos na Catalunha, por parte de uns e de outros, devemos olhar um pouco mais perto e ver que há um racismo institucional muito mais presente.

E quando se fechem não se resolverá esse problema, mas ao menos será um primeiro passo para não se envergonhar de viver em um site com nove CIE abertos. Quão racistas pensam que somos? Devemos aproveitar que em Portugal, ao contrário do resto da Europa, a ultra-direita não cresceu nem se trouxe os parlamentos. E se você não tiver entrado, os partidos da direita tradicional, os conservadores ou liberais, têm assumido os programas de formação de rodapé para não perder o voto mais duro. Aqui estamos vendo com os Cidadãos, que é um partido de ultra-direita, com a cara lavada.

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Mas é verdade que, no momento, o 15-M serviu de firewall para que não houvesse uma onda de ultraderechismo. Quando vimos que, com tudo o que aconteceu na Catalunha, encheram-se as cidades do resto do Estado de bandeiras de Portugal. Ao final, você perde uma batalha simbólica, e é o que torna difícil realizar mudanças materiais.

Um tão ambicioso como seria o de abrir fronteiras, que a gente reconheça que não estão protegendo direitos ou países, mas privilégio de poucos, é difícil que cale deste modo. Como vê o nacionalismo espanhol? Parece que os nacionalistas são os outros. Me lembra muito quando estavam a jogar Milosevic na Guerra da Iugoslávia, que dizia por que é que lhe chamavam nacionalista para ele, eram o resto dos que o eram. Mas o seu era o nacionalismo grande, o da Grande Sérvia, o que fez a limpeza étnica.

Por isso que eu comparo com o nacionalismo de Portugal, porque no final o Estado português se sustenta em ter um inimigo interno, que está agora na Catalunha e antes o tinham na ETA. E tem que manter a todo o custo a unidade, porque, se não, se lhes revertido para o bar. Porventura não são os movimentos identitários uma manifestação isso mesmo?

Joana

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