Surf E Quebra-Mar, Uma História Feminista

Surf E Quebra-Mar, Uma História Feminista

Se nos detivermos na beira do mar a contemplar sem pressa, a ação e o efeito das ondas, podemos inferir, pelo menos, três coisas. Nunca há duas iguais; que depois de uma quebra outra e que, efetivamente Paco, você está de férias. Sobretudo porque a maioria da sociedade espanhola impede-o.

Sua resposta, este ano, para a problemática da desigualdade e da violência de gênero parece ter marcado um ponto de inflexão e, em certa medida, também, um ponto de não retorno. Se a onda feminista é imparável, é porque há uma mudança tão necessário como irreversível. Ao menos isso pode ser inferida dos dados de opinião que Metroscopia vem colhendo nos últimos anos.

Como se sabe, todo o processo de transformação enfrenta uma tensão contínua entre as forças de impulso e forças de resistência. Então nós operamos. E, neste caso, as ondas feministas estão pensadas, lideradas e implementadas, essencialmente, por mulheres, enquanto os homens tendem a agir mais como um quebra-mar, como diques contentores do swell que lhes vem de cima. Muitas vezes, o que costuma ocorrer é que os homens não se descobrem, e as mulheres contam. A Declaração de Sentimentos, que este verão completou 170 anos a partir de sua leitura no pequeno povoado de Seneca Falls (Nova York), é um dos exemplos mais frutíferos neste sentido.

MeToo e Time’s Up, em 2018, causaram em termos de proteção de direitos e liberdades, bem como de sensibilização sobre as discriminações e violências que afetam as mulheres. No último tempo, o calor esta nova atmosfera parece ter reavivado a causa em conjunto e a própria palavra feminismo teria recuperado vigor, especialmente pela ênfase que estes movimentos põem em questão identitária.

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Os dados apontam nesta direção. Marina Cacace analisou esta questão, em um livro, Mulheres jovens e mulheres, e exortando-o a sair da habituais atitudes de solidariedade e vitimismo com as mulheres e colocar a ênfase em estratégias positivas, vencedoras e focalizadas no empoderamento. Isso parece estar acontecendo hoje.

é Só dar uma olhada nas redes sociais, como Instagram, Twitter ou Facebook para adquirir algumas pistas sobre o porquê da onda do feminismo entre as e os jovens. Além disso, pergunte-se se é ou não baladí que Ana Patricia Botín, presidente do banco português e europeu, o Banco Santander, reconhecido em maio, em uma entrevista que “há dez anos tivesse dito que não era feminista, hoje sim”. Ou que artistas de classe mundial como Beyoncé, realizaram turnês de concertos com a palavra “Feminist” em grandes dimensões sobre o fundo do palco.

Joana

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