Será Que Somos Tolos Os Jornalistas?

Será Que Somos Tolos Os Jornalistas?

O vídeo eu desliguei no Twitter a poucos segundos de gravação, graças a meu smartphone. Nele se vê como um trem supera a AVE Madrid-Lisboa, que tinha ficado parado um pouco antes de chegar a são paulo por uma avaria. Aconteceu na segunda-feira, o dia em que Mariano Rajoy, inaugurava a linha.

Horas depois esse mesmo vídeo foi reproduzido milhares de vezes nesta rede social, e até mesmo havia sido divulgado também por algumas televisões. Paulo Governado, fotojornalista do grupo parlamentar de Cidadãos nas Cortes Valencianas, me joguei no dia seguinte, uma pergunta: será que Hoje é o dia dos jornalistas, e a questão de Governado convida a uma reflexão que, sem ser novo, ainda sem ter uma resposta clara.

Os dados, a este respeito, são conclusivos. Não sou contra as redes sociais, mais bem ao contrário; penso que oferecem grandes oportunidades, mas também acredito que há algo que estamos fazendo de errado. Ocorre, além disso, que essa dependência começa a ser também uma total entrega às suas regras: devemos nos adaptar a elas para continuar divulgando nossos conteúdos.

Os algoritmos, essas fórmulas matemáticas que são como o segredo da Coca-Cola, marcam diretrizes rigorosas para que o nosso trabalho, que inclui grátis, apresentada ou viralice. São, em alguns casos, regras muito mais rigorosas do que as que tivemos durante décadas na diagramação de nossos jornais. Não, eu não acho que os jornalistas sejamos tolos, mas eu acho que talvez nós devêssemos refletir um pouco mais sobre o que fazemos e como o fazemos; e os jornalistas, individualmente, mas também as empresas de mídia coletivamente.

Por fim, queremos que nos leia, o que é também uma forma de alimentar nossa vaidade (eu sou o primeiro), e as redes sociais fizeram com que nos leia, mais do que nunca (este dado também é alvo). Mesmo direi mais, as redes sociais permitiram divulgar conteúdos jornalísticos que certamente não teriam saída em meios tradicionais.

E permitiram a muitas pessoas a alcançar notoriedade, sem depender de meios de comunicação. O problema é que elaboramos produtos de todo o tipo que entregamos grátis, no momento, o instante, por vezes, de forma obsessiva. E o benefício deste trabalho não é fornecido: as empresas de redes sociais a cada dia são mais ricas e poderosas, enquanto a fraqueza de nossos meios de comunicação é cada vez mais patente, afetando diretamente a um mercado de trabalho muito castigado. O que acontecerá, no dia em que forem as redes sociais que cubram os fatos da atualidade ou diretamente contratem os melhores jornalistas? Feliz dia dos jornalistas.

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Essa primeira tentativa sistemática de introdução a ciência do comportamento na teoria administrativa, através de uma filosofia humanística, sobre a participação do homem na organização, trouxe uma profunda transformação na administração. Abraham Maslow, Douglas McGregor e Frederick Herzberg, entre outros, escreveram sobre a superação pessoal dos indivíduos.

Sua obra gerou novos conceitos quanto à possibilidade de ordenar as relações para o benefício das organizações. Além disso, determinaram que as pessoas pretendiam obter algo mais que recompensas ou prazer ao instante. Dado que as pessoas tinham formas de vida complexas, então as relações da organização devem sustentar essa complexidade.

de Acordo com Maslow, as necessidades que querem satisfazer as pessoas tem a forma de uma pirâmide. Por sua parte, Herzberg identificou diferentes elementos e fatores que motivam, desmotivan ou não motivam o fator humano dentro da organização. A chamada pirâmide de Maslow ou hierarquia das necessidades humanas é uma teoria psicológica proposta por Abraham Maslow, em sua obra ” Uma teoria sobre a motivação humana (A Theory of Human Motivation), de 1943, que posteriormente expandiu.

Maslow formulá em sua teoria, uma hierarquia de necessidades humanas e defende que, à medida que são satisfeitas as necessidades mais básicas (parte inferior da pirâmide), os seres humanos desenvolvem suas necessidades e desejos mais elevados (topo da pirâmide). Frederick Herzberg formulou a chamada teoria dos dois fatores para explicar melhor o comportamento das pessoas em situações de trabalho.

Joana

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