Sem Sair Do Sofá

Sem Sair Do Sofá

Com um mundo cheio de ferramentas e opções tecnológicas, podemos fazer ou conseguir praticamente tudo o que precisamos sem sairmos de casa. Difícil é encontrar algo que não se possam trazer ao domicílio, mesmo em tempo recorde. Há muito tempo já é possível ter e operar uma conta bancária e outros produtos financeiros sem visitar nunca um escritório. E as Administrações Públicas, cada vez mais integradas tecnologicamente, permitem-nos realizar muitos procedimentos através da internet. Por outro lado, a ampla oferta de cursos on line, até mesmo oficiais e de instituições de prestígio, nos dão a possibilidade de continuar formándonos e ampliar conhecimentos. Mas quando se trata do trabalho, quase todos nós temos assumido que nos toque em sair de casa.

O teletrabalho ainda não está muito instaurado em Portugal (apenas 22% das empresas espanholas têm programas de teletrabalho em frente a 35% do europeias, segundo o INE), provavelmente por efeito da nossa cultura presencialista e de controle. Embora possa parecer a panacéia, o teletrabalho exige, por parte do trabalhador, de disciplina e adaptação à nova rotina, e, por parte do empregador, de um melhor planejamento, definição de objetivos e avaliação dos mesmos.

E ainda há mais, pode sempre fazer-te de ouro com as novas profissões, como youtuber ou bloguer@. E tudo isso, sem sair do sofá. Mesmo assim, somos seres sociais e a confiança e a paixão que transmitem as relações pessoais não podem ser substituídas como Ela chegou para tornar a vida mais simples, aumentar a nossa produtividade e nos ajudar a colocar em prática ideias e sonhos, e é que o

Mesmo assim, a prosperidade dos comerciantes dependente da dos trabalhadores e ambos os grupos tinham motivos de queixa contra a empresa e acabar com o sistema de vales entraria no caderno de reivindicações dos trabalhadores. Em compensação, os comerciantes da área apoiaram de todo o coração a greve. Um quarto grupo econômico importante era o dos produtores colombianos de banana. Ao longo do início do século XX, os produtores colombianos produziram mais de metade da fruta exportada pela United Fruit Company do Santa Marta.

Os colombianos dependiam da empresa para crédito, irrigação e marketing de seu produto.

Durante a década de 1920 possuíam 35.000 hectares de campos bananeiras, contribuindo com 57% das exportações. A maioria dos cultivadores tinha raízes na região, embora o crescimento havia atraído investidores de todo o país. Os produtores se beneficiaram das conexões que a United Fruit Company estabeleceu com os mercados internacionais, mas irritava-se com a sua posição de monopólio. Os colombianos dependiam da empresa para crédito, irrigação e marketing de seu produto. O monopólio da companhia sobre estes fatores lhe permitia manipular os preços de banana, e impor condições que os cultivadores nativos sabiam hostis a seus interesses.

Para obter empréstimos e vender suas bananas, os produtores tinham que assinar contratos de cinco anos com a empresa. Os termos de tais contratos eram referidos unilateralmente pela United Fruit Company, cujo interesse era excluir a empresas de bananas concorrentes, ajustar o fornecimento local para a demanda internacional e garantir a sua própria posição contra as mudanças no ambiente econômico. Portanto, os contratos veio por trabalhar com prazos que por um preço fixo (sessenta centavos de dólar por cluster de 1913 a 1930), o cultivador se comprometia a vender todo o seu banana para a companhia. O produtor tinha que cortar e entregar a fruta ao caminho de ferro, nos dias designados pela empresa e absorver qualquer aumento no custo resultante de novos impostos.

Ao mesmo tempo, a empresa se exime de qualquer responsabilidade de comprar bananas em caso de guerra, greve ou desastre natural que possam interferir com o mercado. Os produtores sabiam que em um mercado competitivo, eram maiores preços; também se sentiam ofendidos por ter que assumir todos os riscos. Mas o que mais os enfurecía era a recusa da empresa a receber sequer uma terceira parte de sua colheita de bananeira. Como resultado desses problemas, a maior ambição dos produtores era a independência mais da United Fruit Company. Buscaram isso estimulando outras empresas de bananas para configurar o serviço de barcos de vapor, em Santa Marta.

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As lutas dos cultivadores libertar-se do monopólio da United Fruit Company fracassaram. As razões eram de dois tipos: a oposição decidida da companhia a qualquer interferência em seus domínios, e as divisões entre os cultivadores mesmos. A United Fruit Company utilizou uma variedade de táticas para manter para fora a seus rivais.

Exerceu pressão sobre os produtores que tentam vender banana na outra mão, fechando-a água de irrigação e os empréstimos. Ao mesmo tempo assumiu ações judiciais contra empresas rivais, por violação de contratos legais de aquisição. Enquanto se decidiam os casos, a United Fruit Company embargaba a fruta em disputa; isso geralmente quebraba a companhia rival, pois o banana apodrece quase que imediatamente. Para que os produtores não a abandonam em massa, a United Fruit Company fez com que os contratos se renovar, em épocas distintas. Tais precauções, provavelmente, não eram necessárias, pois os produtores estavam divididos entre si quase tão veementemente como estavam contra a companhia.

Joana

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