Seguindo Com Anthony Giddens; A Etnografia

Seguindo Com Anthony Giddens; A Etnografia

A etnografia —também conhecida como “ciência do povo”— é o estudo sistemático de pessoas e culturas. É um método de investigação que consiste em observar as práticas culturais dos grupos sociais e poder participar delas para assim poder verificar o que as pessoas dizem e o que faz.

], Registrando uma imagem realista e fiel do grupo estudado; o trabalho de campo é uma ferramenta imprescindível. A pesquisa etnográfica tenta revelar os significados que sustentam as ações e interações que constituem a realidade social do grupo estudado; isto se consegue mediante a participação direta do pesquisador. Com freqüência, o investigador assume um papel ativo em suas atividades cotidianas, observando o que acontece e pedindo explicações e interpretações sobre as decisões, ações e comportamentos. Os dados coletados consistem na descrição densa e detalhada de seus costumes, crenças, mitos, genealogias, história, linguagem, etc. ] Por tanto, todo o tipo de grupos é sujeito de estudo: prostitutas, mendigos, milionários, políticos, estudantes, etc.

Um dos problemas que qualquer investigação enfrenta é definir o tipo de metodologia a empregar-se um método qualitativo, ou um método quantitativo. Por extensão, o termo ‘etnografia’ também é usado para denominar a obra escrita uma vez finalizado o trabalho de campo. Exemplos clássicos, e em alguns casos literários, são os trabalhos etnográficos de Bronislaw Malinowski (Os argonautas do Pacífico Ocidental, 1922) e Evans-Pritchard (Nuer). Seguindo com Anthony Giddens; a etnografia, quando tem sucesso, fornece uma informação sobre a vida social muito mais rica do que a maioria dos outros métodos de investigação.

Uma vez que sabemos como se vêem as coisas de dentro de um determinado grupo, é provável que alcancemos uma compreensão mais profunda de por que certas pessoas agem de uma maneira determinada. Também podemos aprender mais sobre os processos sociais que se sobrepõem com a situação que estudamos. Com freqüência se considera que a etnografia é um tipo de pesquisa qualitativa, porque lhe preocupam mais com as interpretações subjetivas que os dados numéricos. A etnografia também fornece ao pesquisador maior flexibilidade do que outros métodos, já que lhe permite adaptar-se a circunstâncias novas e inesperadas e aproveitar as oportunidades que possam surgir durante o estudo.

no entanto, o trabalho de campo também tem grandes limitações: somente podem ser estudados grupos ou comunidades relativamente pequenas, e quase tudo depende da habilidade do pesquisador para ganhar a confiança dos indivíduos que quer estudar. Sem esta capacidade é muito improvável que a pesquisa possa sair adiante. O contrário também pode ocorrer, ou seja, que o pesquisador se identifique tanto com um grupo que, ao tornar-se quase em um “membro” de ele perder a perspectiva de um observador externo. É importante fazer uma distinção entre etnologia e etnografia.

] O que, por sua vez, nos diz, implicitamente, que é necessária a etnografia para poder gerar interpretações e explicações, que então converterá a etnologia na hipótese. Um dos instrumentos utilizados pelos antropólogos para a coleta de dados são as histórias de vida. A etnografia utiliza histórias semelhantes às utilizadas nas entrevistas de profundidade.

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Você começa com dar-lhe confiança ao informante para criar uma relação de empatia. São entrevistas “cara a cara” entre pesquisador e informante. Essas histórias ajudam a determinar a cultura de um povo. Muitas delas são histórias passadas oralmente de geração em geração, são tradições que se ensinam de pessoa para pessoa. Os mitos e as crenças religiosas são parte das crenças que são transmitidas oralmente. As pinturas rupestres são um exemplo dos mitos e crenças que são transmitidas por meio de desenhos. Hoje em dia as histórias das recebemos através de diferentes meios ou fontes. São estas: biografias, autobiografias, cartas, diários, documentos pessoais; estes são alguns exemplos dos meios utilizados.

Etic: Visão do observador desprovido de conhecimentos prévios em o observado (dedutivo). Emic: Visão de dentro do observado (indutivo). Práticas: feito pontuais e analizables dentro de uma cultura ou comunidade. A descrição da cidade, como é fisicamente neste ambiente (menciona-se o dia e a hora que conduziu a pesquisa).

Joana

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