Redes Sociais: Motor De Mudanças Saudáveis

Redes Sociais: Motor De Mudanças Saudáveis

Se os seus amigos tendem a consumir alimentos não saudáveis, é muito provável que você também o faça. Se fazem esporte, há mais chances de que você se anime a fazê-lo. As pessoas que nos cerca, nossas redes sociais, influencia os nossos comportamentos. Se o contato face a face como se realiza virtualmente. Esta influência social, como demonstram vários estudos, pode ser usado para provocar mudanças saudáveis.

Por isso muitas intervenções utilizam as influências sociais e os testes mostram que são “muito eficazes”. Thomas Valente, da Universidade da Califórnia do Sul (EUA), que se propôs a descobrir mecanismos que fazem funcionar e como essas interações. Em seu artigo, publicado no último número do ‘Science’, Valente explorar diferentes estratégias para o emprego das redes sociais para “acelerar as mudanças no comportamento”. A escolha de uma ou de outra, sublinha, “depende da disponibilidade e o tipo de rede, recursos da conduta, a sua prevalência e o contexto social do programa”. O que está claro é que essas intervenções são necessárias.

  • Alba Galocha. Modelo e atriz
  • Melhorar a percepção da qualidade do serviço
  • Reforço de marca para as empresas presentes de forma ativa nas redes sociais
  • 2 As regras
  • o Que é um blog de sala de aula
  • Perguntas mais Frequentes
  • IBM SPSS Statistics 23.0 – agosto de 2014

Tal como demonstrou um trabalho publicado nesta mesma revista, por pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT), para divulgar uma informação a obesidade aumenta o risco cardiovascular), só fazem falta conexões remotas com gente conhecida. No entanto, para provocar uma mudança nos hábitos (melhorar a alimentação e aumentar a atividade física), são necessários contatos mais estreitos com os amigos mais próximos. Valente. Agora, há que saber se as intervenções baseadas nestes suportes (Facebook, Twitter, e-mail, mensagens de texto) “são mais eficazes do que as tradicionais que são feitas cara a cara”.

Não delega o seu direito de tomar decisões finais e aponta diretrizes específicas a seus subalternos, mas pergunta para as suas ideias e opiniões sobre muitas decisões que lhes incumbem. Líder liberal: usando este estilo de liderança, o líder delega aos seus subalternos a autoridade para tomar decisões. Líder proativo: este tipo de liderança promove o desenvolvimento do potencial das pessoas, de forma que um jardineiro cuida e potência do seu jardim.

Líder ousado: este tipo de pessoa é capaz de se relacionar com muitas instituições e pessoas, persuasivo, crítico, com olhar positivo. Tem a capacidade de consultar outras pessoas para, então, tomar decisões. Liderança formal: pré-estabelecido pela organização. Liderança informal: pop-up no grupo. Liderança ditador: força suas próprias idéias no grupo, em vez de permitir que os outros membros da equipe a ser responsáveis, permitindo-lhes tornarem-se independentes. É inflexível e gosta de se ordenar. Destrói a criatividade dos outros.

Liderança autocrático: o líder é o único no grupo que toma as decisões sobre o trabalho e a organização do grupo, sem ter que justificarlas em nenhum momento. Os critérios de avaliação utilizados pelo líder não são conhecidos pelo resto do grupo. A comunicação é unidirecional: do líder ao subordinado. Liderança democrática: o líder toma decisões depois de potenciar a discussão do grupo, agradecendo as opiniões de seus seguidores. Os critérios de avaliação e as regras são explícitas e claras. Quando você tem que resolver um problema, o líder oferece várias soluções, entre as quais o grupo tem que escolher.

grande Liderança: o líder, ao mesmo tempo em que reflete sobre a visão que tem de mover o grupo liderado em direção a um objetivo desejado, se expressa através de simples imagens verbais que favorecem significativamente o entusiasmo do grupo. Liderança paternalista: não tem confiança em seus seguidores, comumente toma a maior parte das decisões, entregando recompensas e punições. O seu trabalho consiste em que seus empregados trabalhem mais e melhor, incentivando, motivando e ilusionándolos a possíveis prêmio se atingir o seu objetivo.

Liderança liberal (laissez faire): o líder adota um papel passivo, deixa o poder nas mãos do grupo. Em nenhum momento, julga ou avalia as contribuições dos outros membros do grupo. Os membros do grupo têm total liberdade, e contam com o apoio do líder apenas quando solicitado. Liderança emocional: As bases emocionais são cruciais para os projetos empresariais mais complexos em que a organização coloca líderes para cada divisão de negócio de forma descentralizada, e mantém, além disso, uma liderança central, isso a forma de uma “federação”.

Liderança transacional: os membros da equipe reconhecem o líder como autoridade e como líder. O líder fornece os recursos considerados válidos para a equipe de trabalho. Liderança transformacional ou carismático: o líder tem a capacidade de modificar a escala de valores, as atitudes e as crenças dos colaboradores. Liderança autêntica: é aquele líder que se concentra em liderarse em primeiro lugar a si mesmo.

É um líder com muito autoconhecimento, equânime, espiritual, compassivo e generoso. Só uma vez que ele lidera a própria mente pode liderar os outros. Liderança lateral: se realiza entre pessoas do mesmo valor dentro de uma organização, ou organograma ou também pode ser definido como o processo de influenciar as pessoas do mesmo nível organizacional para alcançar os objetivos em comum com a organização. Liderança longitudinal: também chamado de “liderança em pirâmide”, é o que se realiza entre pessoas separadas por graus hierárquicos, de tal modo que a influência do líder para os liderados se fundamenta na autoridade e conhecimento do líder.

Joana

Os comentários estão fechados.
error: