“Portugal Tem Um Défice De Profissionais Em Matéria Digital”

“Portugal Tem Um Défice De Profissionais Em Matéria Digital”

Há mais de um ano, houve um ponto de inflexão. Empresas de telecomunicações em conjunto com empresas tecnológicas que abandonaram a Ametic se deu a mão para o nascimento de Digitais, associação portuguesa para a digitalização e erguida como a patronal do setor tecnológico. Agora, terá a sua pôr-do-longo com um grande evento em que se abordará a digitalização do modelo económico e social em Portugal. Alice Richart, diretora-geral, crê-se necessário uma reforma fiscal para não prejudicar as empresas frente aos gigantes digitais como Google ou Facebook.

Nos dias 10 e 11 de julho acontecerá um grande evento sobre transformação digital em Madrid. Este é o primeiro evento associativo que fazemos pela primeira vez. Nós criamos há treze meses. Nós Somos a patronal do setor tecnológico. Começamos 16 empresas. Somos agora 41. Começamos representando 1,5% do PIB e, agora, 4% do total. É um encontro em que vamos rever os principais desafios, os desafios de nossa indústria e da nossa sociedade e do mundo em que vivemos.

  • Como pode a organização gerar maior valor para os investidores?[11][12]
  • 1 Voluntarismo e intervencionismo
  • Community Manager
  • Definir as linhas estratégicas
  • Farnham-Diggory, S (2004) Dificuldades de Aprendizagem. Madrid. Edições Morata
  • 1 Considerações gerais
  • 2 Século XVIII: o iluminismo cubana

o lugar Em que está Portugal dentro da economia digital europeia? Há dois índices. Um deles, o Índice sobre a Economia e a Sociedade Digital (DESI), coloca Portugal na posição dez, acima da média dos países da União Europeia. Se olharmos para outras fontes como o World Economic Forum, estamos na posição 35 a nível mundial.

Mas estas estatísticas são mais subjetivas. Na minha opinião, estamos bem, pois estamos à frente da média, mas não é suficiente. Precisamente, a Europa é o continente que lidera esta revolução tecnológica. Qual o setor que se destaca de todos os outros? Mais do que colocar um sector de referência colocaria exemplos de empresas, que acho que é mais visual. Por exemplo, o caso da Inditex. Uma empresa que tem passado de um modelo tradicional para um perturbador. Mas quais são os pontos fracos?

o processo de digitalização, as empresas vão mais lentas do que o vão dos cidadãos. É verdade que Portugal é um país digital, em penetração de “smartphones” está em um nível elevadíssimo, estamos acostumados a interagir com qualquer tipo de serviços na internet. O mais importante é o aspecto cultural.

É importante que as empresas estejam motivadas a digitalizarse. Se o director-geral de uma empresa não acredita no impacto que vai ter a revolução tecnológica, essa empresa nunca vai ser digital. Outro aspecto é a formação das pessoas. Portugal tem um défice de profissionais formados em matéria digital.

E isso é um dos handicaps que temos. Outro dos pontos fracos é a regulação. Estamos em uma situação em que há uma distorção da concorrência, uma vez que para os mesmos serviços, não se têm as mesmas regras. Queremos promover esse mesmo campo de atuação para que esse negócio não se vê favorecido ou penalizado por uma regulação restritiva que ainda a cerca de si, lhes regula e para outros não. Na Europa temos milhares de exemplos, mas a partir de chamadas de telefone que você pode fazer através de aplicações OTT, que não têm a mesma regulação que as chamadas que você faz através dos serviços tradicionais. Como você equilibra isso?

Joana

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