Portugal Fica Para A Cauda Da Europa Em Habitação Social

Portugal Fica Para A Cauda Da Europa Em Habitação Social

Os minipisos de 30 metros quadrados elaborada em 2005 pela ministra socialista Maria Antonia Trujillo não resolveram o problema do acesso dos jovens à habitação. Delas, 2.956 foram financiadas pelo Estado e o restante, 2.419, pelas comunidades autónomas. A maior parte, 3.171, são localizados em Madrid e Catalunha, e o ano passado em três comunidades -Baleares, Leão e Castela e La Rioja – mais Ceuta, nenhuma VPO obteve a classificação definitiva. Agora Madrid comprometeu-se a princípios de 2017 a construir 4.200 novas moradias públicas em três anos. A dia de hoje são executadas 970, apenas 23% do total.

Tanto como Podemos a partir de outros partidos políticos e coletivos foi reivindicado nos últimos anos que obrigue o banco a colocar em aluguel social de apartamentos vazios. Os bancos, segundo as fontes financeiras consultadas, consideram que sua contribuição não pode ser considerada como uma solução em si mesma, e que esta deve vir de uma verdadeira política de habitação pública.

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o que É mais, as entidades lembram que agora têm a pressão do Banco Central Europeu (BCE) para que vendam e se libertam o quanto antes dos ativos imobiliários que têm em seus balanços. “Os bancos devem financiar o crescimento, esta é a sua melhor contribuição para superar as consequências da crise”, diz um gestor bancário.

Esse nível de promoção anual de habitação protegida é insuficiente para atender a demanda atual. Só na Catalunha as necessidades de habitação social ascendem a cerca de 230.000 unidades, de acordo com um relatório do Instituto Cerdá. Embora a VPO permitiu a metade da população do país aceder a sua primeira casa na propriedade, tem propiciado também um forte aumento deste tipo de habitação. Ao fim de 2017, o valor médio fixado o preço de uma habitação livre era de 1.558,de 7 euros por metro quadrado, 430,4 euros mais do que a proteção oficial, 38% de diferença entre uma e outra.

Em 2005, essa diferença era de mais de 879 euros, quase o dobro entre um tipo e outro de habitação. Hoje mesmo, em algumas regiões do país moradia protegida, é ainda mais cara. De acordo com os dados de Fomento recolhidos pela ABC, isso acontece já em 12 províncias: Almeria, Granada, Jaén, Espanha, Leão, Lérida, Castellón, Lugo e em quatro das cinco de Castilla-La Mancha (Évora, Cidade Real, Bacia e Toledo). Em concreto, mais do que 96,6% dos pisos de proteção, de promoção pública ou privada, cedidos em regime de propriedade, e apenas 3,3% destinam-se ao aluguer.

Isso, entre outras coisas, explica o baixíssimo nível de aluguel social que existe em Portugal em comparação com outros países europeus. Não apenas é que não haja um verdadeiro parque de habitação para arrendamento social, é que não existe um mercado de casas para aluguel a preço de mercado do tamanho do europeu.

Joana

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