Por Sua Parte

Por Sua Parte

Os aposentados espanhóis percebem uma renda média familiar de 1.758 euros por mês, sendo a pensão pública a principal fonte de renda para mais de 99% deles. No entanto, cerca de 40% complementa esta pensão com outro tipo de renda, na sua maioria provenientes de planos de pensões, conforme se deduz do barómetro VidaCaixa, da obra social “La Caixa”. Por seu lado, 15% dos aposentados recebe receitas provenientes de rendimentos de aluguéis decorrentes de bens imóveis, 7% das heranças e 5% da economia através de um plano com a empresa.

quanto à idade de aposentadoria, de acordo com o estudo de VidaCaixa, encontra-se atualmente em 62,5 anos, algo inferior à calculada pela Segurança Social, que estima que se encontra aos 64 anos. No entanto, 44% deles não sabe que existem bônus por adiar a idade de aposentadoria. De fato, apenas 6% se aposenta com 66 anos ou mais, enquanto que 39% se retira da vida de trabalho entre os 60 e os 64 anos, e 10% o fazem entre os 50 e 59 anos.

Ser diferente é importante porque você pode fazer a diferença. Diferenciar-se é importante, porque se podem escolher, você pode comprar e, portanto, pode sobreviver em um contexto mais competitivo. Em um ambiente tão comoditizado o grande diferencial é a marca, é a marca. Será que o branding do futuro passa por saber vender ou transmitir emoções?

daqui a cem ou mil anos tudo terá mudado menos uma coisa: a emoção humana. Isso tem a ver com certos aspectos essenciais de nossa antropologia: 25% de nossas decisões diárias são inconscientes, 80% da nossa decisão de compra é irracional. Nosso cérebro processa mais de 70.000 mil pensamentos por dia e leva 500 decisões por dia. Ao final, as emoções são as que nos mobilizam ou as que nos freiam, o que nos leva a fazer algo especial ou a ficar quietos.

O branding eficiente e bem sucedido é aquele que possa tornar tangível o intangível. Há que ter em conta que a gente esquece o que se diz ou o que se faz, mas há uma coisa que a gente nunca esquece: como se fez sentir. O cliente de hoje foi passado de comprar os produtos a buscar experiências?

Sim. O cliente hoje compra menos produtos e consome mais experiências. Isto implica, desde ir comprar o pão, tomar um café ou comprar um computador. As pessoas querem sentir que você é um cliente importante para essa marca, quer o seu momento de glória do dia que não está sendo esmagado por seu chefe, seu parceiro, ou quem quer que seja. As empresas têm que fazer saber ao consumidor o que é importante para elas e deixar claro que vivem graças a ele.

o Emocionar passa por alterar o tipo de histórias que contamos? A emoção tem a ver com contar histórias que sejam relevantes para os consumidores e, acima de tudo, que os tornem participantes. A melhor forma de comunicação do que o homem tem o uso da palavra é o boca-orelha. Se um cliente está satisfeito, vai querer compartilhar essa história, mas se você está descontente também vai querer compartilhar. A questão é, será que Os consumidores, ao final, se transformam em grandes propagadores dessas experiências.

O cliente tem o poder diante de qualquer marca? As marcas tem que começar a aceitar que o empoderamento do cliente é um processo imparável. As empresas podem ter a visão global da marca, mas a percepção e a experiência é o que as pessoas dizem de você, em cada momento.

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O consumidor do presente e do futuro é mais inteligente, ou sabe tomar as melhores decisões? Cometemos um erro se estamos confundindo informação com inteligência. O consumidor de hoje o que há é ter mais ferramentas para comparar e tomar decisões de uma forma mais eficiente. Como as marcas devem começar a ver a seus clientes como fãs? A palavra fã começa a perder o poder real que tem que ver com ser fã de algo, e em um compromisso mais do que um comportamento. O que está claro é que o conceito de cliente tem que evoluir para algo mais importante. Teríamos que encontrar uma palavra que evolua desse fã que você menciona algo mais tangível.

O que sim é certo é que as marcas que se conectam com as emoções corretas já têm seguidores e pessoas que se juntam a ela. Como passamos do like com o buy? Qual é a influência para a venda? O grande desafio das marcas é entender essa nova era. O que está na internet e utiliza as redes sociais? Houve uma fase de utilização efêmera das redes sociais em que as marcas buscavam likes, ou retuits. Ao final, você cria uma marca para vender alguma coisa. Há que saber que há um monte de gente que está disposta a comprar nesses canais, mas, como

Joana

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