Os Restaurantes ‘ampliam E Renovam’ Seu Menu Para Não Perder Clientes

Os Restaurantes ‘ampliam E Renovam’ Seu Menu Para Não Perder Clientes

Cozinhar em casa antes de sair. Este hábito foi recuperado na Espanha, com a chegada da crise e não tem a intenção de desaparecer em um futuro próximo. A centenária Viena na Época isso foi claro: se os consumidores não vêm, nós iremos a eles. E no escritório é difícil escapar quando não resta mais remédio que comer fora.

foi Assim que surgiu Canto Viena, pontos de venda em empresas de um determinado tamanho (mais de 300 colaboradores) e que já conta entre os seus clientes, a Ericsson e Dia. Com faturamento em 2010 de 14 milhões de euros, 17% mais que no ano anterior, não cabe dúvida do bom resultado da inovação empresarial. Antonio Lence, diretor geral de Viena na Época. Seu negócio estava em pleno desenvolvimento (tinha investido mais de dez milhões de euros para empreender um novo plano de expansão), quando chegou a interrupção do consumo provocado pela crise.

Tinha que buscar novas saídas, e a solução veio da mão de uma empresa que não estava satisfeita com o seu serviço de catering para eventos. Lence decidiu colocar um Canto “experimental”, e dois anos depois já foi aberto quase 30 pontos de venda. A chave do sucesso de acordo com Lence é que ambas as partes ficam satisfeitas: a empresa oferece um serviço a seus empregados, sem ter que assumir custos e os trabalhadores têm à sua disposição comida que se renova constantemente.

Continuar a investir, apesar da crise.

um sucesso para um negócio tradicional, que com essas novidades, criou ainda quase 40 postos de emprego. Outra das estratégias das cadeias de restauração foi abrir novos locais. Continuar a investir, apesar da crise. É o caso de Restalia, criadora dos ‘100 montaditos’, que viu nascer este ano ‘A”, uma cervejaria com ares do sul que está fazendo o maior sucesso a passos largos. Em menos de um ano foi aberto cerca de 30 locais, distribuídos pela geografia espanhola.

Curi Gallardo, diretor de Comunicação Restalia. A chave para este sucesso está em “adaptar a carta às necessidades dos consumidores”, de acordo com Gallardo. Algo em que Restalia já tem experiência, que lançou ofertas como ‘Jarramanía’ e ‘Euromanía’ franquias ‘100 montaditos’, com muitos de seus produtos a um euro.

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Gallardo o qualifica de “uma revolução no setor”. Esta cadeia se apontou, além disso, ao ‘free standing’, um modelo de restaurante independente com o que o grupo pretende chegar a áreas de populações menos densas e cobrir um setor do mercado em que não estavam presentes. O Grupo Vips tem sido uma das cadeias de restauração que foi afetada pela situação econômica. O sector “Casual dining’, do que a empresa é uma das principais referências em Portugal, diminuiu 5% da média de seu faturamento durante o último ano. Diante da evidente queda de vendas, tinha que fazer os deveres.

Henrique França, ceo do Grupo Vips. A opção escolhida foi a de investir, “uma aposta óbvia, uma tática fundamental para sair fortalecidos da crise”, diz França. Outra das novidades é o acordo alcançado com a cadeia lusa de hambúrgueres h3, com a qual operará exclusivamente.

Joana

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