Os Desafios Tecnológicos Das Empresas

Os Desafios Tecnológicos Das Empresas

O difícil contexto económico mundial tem forçado as empresas a fazer face à crise. O investimento tecnológico, peça-chave no seu desenvolvimento, está cada vez mais assimilada na sociedade. Mas a falta de liquidez para incorporar novos serviços de ti é o lastro que se enfrentam. E os números são desalentadoras. D caiu no ano passado pela primeira vez, enquanto que o da Europa, mesmo se aumentava.

“estou otimista em relação a 2013. Será um ano complicado, mas está repleto de oportunidades”, afirmou Marta Martínez, novo presidente da IBM Portugal, Portugal, Grécia e Israel. De facto, e ainda que a empresa não detalha números por países, os resultados em Portugal tem crescido em vários trimestres. Neste sentido, a responsável da IBM tem matizes que, apesar de que, provavelmente, em termos globais, o negócio de Tecnologias de Informação cairá, existem “muitas áreas” que têm que crescer. “O epicentro” nesta nova era de competitividade”, disse durante um encontro informativo, situa-se na grande quantidade de informação gerada pelas redes sociais, os dispositivos móveis e a internet das coisas.

“Esta informação está disponível para que as empresas e as administrações públicas extrair dela conhecimento que os ajude a ser mais competitivas e oferecer os seus serviços aos clientes e cidadãos de modo mais eficiente”. Desta forma, as organizações devem adaptar-se a quatro desafios: social business, comércio inteligente, mobilidade e segurança.

quanto à transformação para a empresa social, como o canal para melhorar a produtividade de seus funcionários como dos clientes. O “e-commerce” tem, é claro, por outro lado, “um grande avanço em relação ao comércio eletrônico tradicional”, porque permite às empresas otimizar suas estratégias de marketing e gerenciar a um consumidor cada vez mais poder frente às marcas.

O gigante informático confia em mercados emergentes como alavanca de crescimento. Assim, em 2015, a empresa prevê que 30% das receitas totais provenientes destas regiões, em comparação com 24% que foram responsáveis, em 2012. O caso de Portugal é radicalmente diferente, já que, segundo disse, há muito o espírito empreendedor. “Há empresas que, de verdade, têm muita energia e força, e que estão saindo fora; têm modelos mais globais e muitos exemplos de empresas bem-sucedidas. Acreditamos que existem oportunidades para que as empresas sejam mais competitivas, as empresas estão preocupadas com isso”, reconheceu.

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você Tem que fazer um percurso pelas redes sociais, sites, fóruns e todos os sítios onde temos alguma presença (intencional ou não). Fazer o mesmo com a concorrência. Com relação ao cliente ideal se pode fazer um trabalho de observação para ver como se comporta. Também é importante um papel mais ativo. Por exemplo, fazendo pesquisas pequenas. Embora trabalhemos online, devemos ter em conta que a estratégia offline deve estar alinhada com o que fazemos.

isto É, são parte de um todo. Por isso, na hora de investigar igual. Isto pode significar visitas à empresa e entrevistas com seus patrões e empregados. Também conversar com os gerentes de marketing e propaganda fora da internet. Toda esta informação valiosa podemos analisar e classificar um documento que nos servirá para fazer o plano de social media.

O briefing nos ajuda a ter tudo claro antes de começar. Temos a informação necessária devidamente organizada e contextualizada. Agora podemos planejar detalhadamente o que vamos fazer. Às vezes as palavras “estratégia” ou “plano” pode soar como algo muito complicado, que só fazem as grandes empresas. A realidade é que, se querem resultados, todos nós devemos ter um. Já fizemos na parte anterior contagem dos recursos dos quais dispomos.

Joana

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