Os Buracos Negros Do 11

Os Buracos Negros Do 11

Imagem do telefone móvel Triumph. Telefones celulares Também se preocupados com os telefones móveis. Na estação de São Sebastião, os serviços especiais de Guarda Civil havia encontrado semanas antes o que qualificaram como uma bomba isca. Não se tratava de uma armadilha destinada a destruir a quem tentar desarmá-lo.

Pelo contrário, era um artefato inofensivo, mas que tinha como iniciador de um telefone com dois fios, um vermelho e outro azul. ETA tem tentado desde há muito tempo, usar telefones para cometer os seus ataques. Assim o fizeram no cemitério são paulo, em 9 de janeiro de 2001, quando se encontravam reunidas muitas personalidades junto ao túmulo do vereador do PP José Ignacio de ajuda humanitária, que foi assassinado três anos antes. Os últimos relatórios de Inteligência em poder do CNI explicar com detalhes as provas de ETA para o uso de telefones celulares como iniciadores de bombas.

Relatórios anteriores, detalhando que os terroristas não haviam conseguido superar tecnicamente um desfasamento entre o momento da decisão de ativar o explosivo e a explosão, em um curto intervalo de tempo, que às vezes era de apenas alguns segundos. Mas o último relatório foi categórico: ao fim tinham conseguido a simultaneidade. Os telefones móveis já estavam operacionais para a ETA.

Presumivelmente, o próximo grande atentado seria o sistema utilizado pelos assassinos. Na manhã do dia 11 de março ocorre um enorme desconfiança. É importante a coordenação entre as Forças de Segurança e o Governo em funções. Chegam as primeiras notícias do atentado e, com elas, os dados de que, aparentemente, foram utilizados celulares para explodir, pelo menos, 10 ou 12 mochilas e bolsas dos comboios, perto da estação de Atocha. Pelos dados apresentados anteriormente, todos pensam na ETA.

É enviada imediatamente para o norte da ordem de que os agentes operacionais den notícia dos objetivos que estão sendo estreitamente vigiados para a macro operação preparada para a noite de sexta-feira. Os relatórios estão chegando e a desconfiança aumenta. Todos os etarras estão em seu site. Nenhum dos vigiados conseguiu ser o autor do massacre.

Muitos se lembram da carrinha parada na Bacia e no comando que surge do nada. Nesse momento de máximo desconcerto, acontece algo que faz com que o Governo comete o maior erro de seu mandato. Começa a armadilha. Um membro dos Corpos de Segurança envia por telefone e no mesmo local dos fatos, a primeira classificação do explosivo. Sempre viva voz e sem que ninguém ponha ainda nada, por escrito, nomeia a palavra mágica: Titadine.

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É o fabricante de uma modalidade de dinamite que usa habitualmente ETA. A palavra se espalha entre os que têm algo que ver com o caso e os primeiros relatos que chegam à Polícia Nacional, a Guarda Civil, a CNI, o Governo da nação e o Governo basco.

erro ao transmitir o relatório só pode ser intencional. Nenhum perito policial, e menos os especialistas em desativação de explosivos, poderiam confundir Titadine com Borracha 2. Os odores que causam ambas as substâncias são tão diferentes como uma banana e uma pêra. Mas nos primeiros momentos de confusão, tendo-se em conta que a essa hora da manhã, nem sequer se sabe ainda o número de vítimas, produz um efeito multiplicador demolidor.

os primeiros indícios são os que fazem pronunciar a Ibarretxe aquele discurso tão precipitado em que, com uma cara de enorme preocupação, arremete contra ETA depois de considerar como um fato certo que foram eles os autores. O Governo também cai no mesmo erro. A carrinha Renault achada em Alcalá de Henares.

A da vez, começam a dar-se a conhecer, a conta-gotas, detalhes que marcam um caminho para a opinião pública. Na mesma manhã do 11-M aparece uma misteriosa carrinha branca. Um goleiro de ter visto três suspeitos, com a cara e a cabeça cobertas, junto a uma carrinha branca, marca Renault, modelo Kangoo.

Joana

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