Os Bastidores Da Venda Pela Internet: O Preço Do Posicionamento

Os Bastidores Da Venda Pela Internet: O Preço Do Posicionamento

Que, com a crise aguça o engenho não é nenhuma novidade. Além disso, em um país tradicionalmente cheio de artistas e artesãos mais cedo ou mais tarde teriam que aparecer comunidades especializadas no mundo virtual. A venda ‘on line’ de produtos feitos à mão tem de ser um sucesso em países como Estados Unidos ou Alemanha há cinco anos e agora desembarca no Brasil.

Portais como Crafies, Artesanio ou Dawanda pretendem aproximar a loja para casa, tanto para os criadores como para os consumidores destes produtos ‘hand made’. Abrir um blog é grátis e criar o seu próprio domínio web custa uma média de 15 euros por ano. Qualquer um pode ter seu próprio mercado de pulgas na Rede, mas o

Estas plataformas permitem que elaborar bons acessórios, artigos de decoração ou outros acessórios são a maior preocupação para com o criador. Eles se encarregam do resto: manutenção, pagar o domínio do portal e colocar em prática as diversas ferramentas de marketing ‘on line’ para atrair milhares de visitantes e obter o melhor posicionamento nos motores de busca.

Diferentes ‘gurus’ de marketing de Rede não deixaram escapar a oportunidade de fazer o negócio da moda do ‘do it yourself’. Conforme afirma Alberto Lorente, diretor geral de Dawanda Portugal, “fazer-se um buraco na internet é como montar uma loja em um deserto”. Por isso, plataformas que oferecem vender produtos artesanais têm proliferado ocasionando uma atmosfera de tensão entre os grandes portais internacionais e os sites mais simples e localizadas. As técnicas para atrair tráfego são múltiplas. Às vezes, o plano de marketing é servido de várias ‘triquiñuelas’ para escalar posições nos motores de busca.

Para um usuário básico, tudo o que acontece na internet parece um milagre, mas nada mais longe da realidade. A multinacional alemã, apoiada por anos de experiência e um forte investimento financeiro, sabe como se mover nesta amálgama. Lorente. O que demonstra que neste mundo nada é deixado ao acaso.

Como bem especifica Moreno, “esses negócios funcionam com um volume de vendas muito alto, se não, não marcha. A ideia é ter muitas lojas que pagam muito pouco, não o contrário”. Geralmente este tipo de plataformas cobra a cada artesão uma comissão que varia entre 3% e 10% de cada artigo vendido. Manuel Arrufat, administrador web de Crafies, outro portal espanhol, afirma que os artesãos são informados da comissão a pagar e que “eles entendem o valor que agregamos porque esse dinheiro que nos gastamos em marketing”, garante. Muitos designers, conhecedores do percentual que se paga de comissão, optar por aumentar o preço de seus produtos.

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Por exemplo, uma pulseira que na ‘loja on line’ do criador custa 14 euros -17,50 com as despesas de frete-, passa a custar 16 euros -19,50 com despesas em Dawanda. Não têm que se preocupar com o marketing, mas sim pagar um preço por isso. O valor não é muito alto, mas nem sempre se traduz em vendas. Teresa, que elabora broches e outros artigos, aponta que esses sites “ao ter centenas de milhares de vendedores, ter a visibilidade é mais difícil”.

Por sua vez, Eva Marcos, outra designer, em madrid, acredita que “vale a pena estar em uma plataforma deste tipo, porque o cliente pode ver diretamente os produtos, não apenas um anúncio”. Precisamente isto se transforma em outra desvantagem. O cliente deve confiar em uma foto, não é sempre de qualidade, e com uma pobre descrição no melhor dos casos.

Joana

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