Onde Você Acha Que Se Aprende A Violência?

Onde Você Acha Que Se Aprende A Violência?

�Onde você acha que se aprende a violência? Muitas vezes neste blog, falei o que eu penso sobre como os filhos devem ser educados. Ou mais do que como devem ser educados preferi falar de como não devem ser educados. A falta de apego necessário que cada ser humano que nasce na terra precisa receber porque, assim, vem programado de série.

Tratamento de colocá-lo em prática todos os dias de minha vida desde que sou mãe. E acredite em mim, é a opção mais complicada porque quase todos nós recebemos esses padrões de conduta (não têm que ser todos, mas são muitos) e é muito difícil romper com a herança recebida. Olho que a violência é algo natural e inerente ao ser humano, à natureza em si.

A natureza é violenta, mas aprender a canalizá-la faz parte das escolhas pessoais de cada um. Nem todos os seres humanos que foram criados em ambientes violentos, são violentos. Nesses casos, costuma haver trabalhos profundos a nível pessoal. Estando de férias e, como os acasos não existem, conheci o artista cubano no exílio, Fernando Morais, uma sorte de homem do renascimento, multidisciplinar, que pinta, canta, faz filmes, escreve, mas, acima de tudo, sabe.

  • Efetividade do posicionamento
  • Público-alvo
  • 2009: Electric Dirt
  • Má escolha do nome do domínio
  • Use emoticons para chamar a atenção de seus seguidores
  • 2 Dimensões dos ambientes virtuais de aprendizagem
  • Ter uma periodicidade constante, incluindo os fins de semana
  • Rádio miraflores tv, entrevista dia 28 de abril programa: “sexta-feira do terror”

Sabe muito. No jantar, conversamos sobre a situação política atual e do crescimento Podemos. Ele, cubano no exílio com a experiência de ter tido a sua mãe encarcerada há já muitos anos e tendo vivido até aos 25 anos na ilha, conhece bem quais são as “bondades” que proclamam certos populismos. Falando do tema nos sugeriu que viésemos um filme.

A onda (Die Welle). O que tem a ver isso com o que eu comecei a falar? Bom, em minha opinião, tem que ver tudo. No filme vê-se claramente que só duas alunas não aceitam o desafio e o vêem como uma clara manipulação de suas mentes. Não explica suficientemente a vida de cada aluno, mas percebe-se claramente que são atendidos em suas casas por pais envolvidos em sua educação e que são ninguneados mas repletos de bens materiais.

O filme não tem preço e é absolutamente reveladora: o caldo de cultivo para abraçar a violência está nas próprias famílias. O caldo de cultivo para abraçar cantos de cinema está nas famílias. Imediatamente eu queria compartilhar a minha impressão na minha rede social e foi quando, Mário Medina, cubana de origem, mas naturalizada espanhola, jornalista e autora do blog Temos peitos, me sugeriu ver outro filme, A fita branca.

Joana

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