onde Está O Limite?

onde Está O Limite?

Os avós são hoje peça fundamental para o funcionamento do país. Eram antes -provavelmente foram sempre como referência familiar e social-, mas os anos de crise têm reforçado o seu papel e ampliado significativamente suas responsabilidades. De acordo com alguns estudos, em Portugal, metade dos avós cuidar de seus netos diário, e o percentual sobe para 70% nos períodos de férias escolares. Enquete Maiores 2010 do Ministério da Saúde e Política Social observou que muitos deles dedicam a seus netos, entre 6 e 7 horas diárias ¡

O envolvimento de muitos avós na educação dos netos é tal que, em algumas escolas, a ampas (associações de pais e mães de alunos) foram transformado em associações de pais e avós. Será que é tudo isso lícito? O até onde tem que chegar o envolvimento dos avós? Você abusa do avô canguru? Aqueles que têm investigado o assunto e são entrevistado estes avós cuidadores, como a professora de Psicologia Evolutiva da Universidade de Barcelona, Carme Triadó, garantem que, em geral, gostam e se sentem satisfeitos em atender a seus netos.

Mas há mais indícios de que estas premissas nem sempre são cumpridas e de que há muitos avôs e avós suportando cargas excessivas, que se sentem usados e angustiados. O certo é que há filhos que pensam que fazem um favor a seus pais, dando-lhes ocupações no seu tempo, quer pegar o menino do colégio, dar-lhe de comer ou tramitar algum papel.

A receita, de acordo com José Ybarra, está em manter uma comunicação franca entre pais e filhos para definir os limites que garantam uma relação equilibrada e saudável para todos: pais, filhos e netos. “Os avós têm de ter tempo de ir ao médico, de dormir, de estudar, de ter relações sociais, e assim por diante, além de atender a seus netos”, diz.

Quando essas circunstâncias não se dá é quando irrompe nos avós a sensação de angústia e de que os filhos se aproveitam deles. A psicóloga Claudia Alberto, de Psicologíaonline.é, alerta que, além da carga de trabalho, os limites para a participação dos avós têm que ver com a necessidade de diferenciar as funções das dos pais. Com tudo, não há unanimidade entre os especialistas consultados, em que o contato avós-netos, é muito positivo. A pessoa que traz carinho, cuidados, tempo, experiência, tolerância, paciência e outros valores para os netos.

E também para os adultos o contato com os netos é positivo, porque lhes faz sentir mais vivos e úteis, estimula-los e entretém, reduzem-se os sentimentos de solidão, tédio e tristeza, e os obriga a se reciclar. • Mimos Dos avós oferecem carinho e uma ternura especial, um amor incondicional (não têm as obrigações de educação dos pais) básico para o desenvolvimento emocional das crianças, para sentir-se amados e seguros.

• Valores e estabilidade, As pessoas mais velhas ensinam que nem tudo o que é novo é bom, nem todo o velho ruim, orientam, guiam e dão estabilidade ao mostrar que os pais confiam em seus próprios pais. • Modelo de envelhecimento Com a convivência, as crianças aprendem a relacionar-se com os mais velhos e classificá-los, para entender como atuam e a respeitá-los.

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• Amortecimento Dos avós atuam como árbitros nos conflitos entre pais e filhos, sobretudo durante a adolescência. • Ajuda Os mais velhos não só oferecem cuidados físicos aos netos pequenos, também são de grande ajuda em momentos de crise, como uma doença, separação ou problemas económicos. • Sermões Os idosos têm tendência a sermonear e dar conselhos a pais e netos, sem que os pedirem.

• Ciúmes Às vezes, os pais sofrem porque os avós compartilham mais tempo, confidências e atividades com seus filhos do que eles mesmos. • Angústia Quando os avós se vêem sobrecarregados pelas atividades dos netos, em detrimento das suas, se sentem sobrecarregados. • Conflitos Com frequência os critérios educativos de avós e pais não coincidem. • Confusão A educação das crianças é responsabilidade dos pais, e, às vezes, criam confusões ou mal entendidos quanto ao papel dos pais e do resto da família.

Joana

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