Objectivos Das Marcas Ao Organizar Concursos E Promoções Em Redes Sociais

Objectivos Das Marcas Ao Organizar Concursos E Promoções Em Redes Sociais

Definir correctamente o objetivo de uma ação promocional, nos permitirá, em seguida, quantificar o objetivo, e submeter-se assim as ações necessárias para levar a cabo a promoção. Neste post iremos explicar os principais objectivos que se colocam as marcas, grandes e pequenas, ao realizar um concurso, sorteio ou promoção em redes sociais como Facebook, Twitter ou Instagram. Todos os concursos em redes sociais tem como objetivo principal ou secundário aumentar a visibilidade da sua marca. Seja para que novos usuários saibam da existência da marca, como para lembrar os usuários que a marca continua presente, ou reforçar a marca para os usuários que já são clientes.

Um pequeno lembrete do nome de marca, pode ser um fator decisivo em uma pessoa, que justo está no processo de decisão de compra. Facebook foi a primeira rede social para oferecer a possibilidade de que as marcas abrissem um perfil, e possam estabelecer relações com os usuários. Esta relação entre usuário e marca é a que denominou-se inicialmente no Facebook como fã, e mais tarde como usuários que Gostam de uma página.

No Twitter esta relação são seguidores no Instagram também seguidores, em blogs assinantes, etc…) Ter mais relações entre usuários e marcas tem duas implicações: a primeira é que a marca pode se comunicar e seus seguidores lhes pode chegar a notificação. A segunda implicação é que é um medidor público de avaliação de uma marca. Facilmente se pode medir o reconhecimento da marca, contando os seguidores públicos das diferentes redes sociais. Portanto, os usuários podem comparar marcas, de acordo com este reconhecimento público de fácil e rápido acesso. Os concursos e promoções ajudam a impulsionar os seguidores de uma marca.

Uma das ações mais comuns entre as marcas é a realização de um sorteio simples, de uma nova gama de produtos e comunicá-lo através das redes sociais. Isto permite dar a conhecer rapidamente o novo produto entre os fãs da marca, e não com uma simples comunicação, mas através de um sorteio, onde se dá o produto.

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Isto cria mais interesse entre o usuário percebe que pode ganhar alguma coisa. Essas promoções de lançamento de produto combinam-se, normalmente, com perguntas do tipo trivial sobre as características do próprio produto, de forma que se aproveita para comunicar o lançamento e destacar os principais benefícios do produto. Os concursos além de ser uma fonte de captação de dados de novos usuários, você também pode obter opiniões, que são de muito valor para as empresas em suas tomadas de decisões.

Por exemplo, um concurso de costume é: “Escolha a sua imagem favorita e entrará no sorteio deste produto”, então o usuário é mostrada quatro imagens, e quando a escolha acede ao sorteio. Além disso, se possam dar mais oportunidades ao sorteio, se o usuário consegue que os seus amigos seus também escolha a sua imagem favorita. Esta ação simples, tem uma rápida distribuição e viralização nas redes sociais, e desta forma permite que as marcas com um custo muito reduzido, obter muitas opiniões de valor sobre seus produtos. Estas são as 6 principais objectivos que se colocam às empresas, quando realizam ações promocionais nas redes sociais.

De fato, há uma corrente de pensamento bastante comum que considera que a autofoto não seria outra coisa que uma forma diferente de contar histórias. A revista Psychology Today explica que, ao contrário do que pensam os mais críticos, o debate em torno do selfie não se concentre muito em uma questão de identidade.

Os que olham essas imagens têm vontade de conversar sobre o que está acontecendo e de conhecer o contexto. Quando se vêem estes retratos, um não está tão brinco de quem, mas, sim, do quando e do onde. A geração dos nativos digitais já leva anos fazendo (e fazendo) fotos. “E se tirar autofotos fosse perfeitamente normal?

A tecnologia redefiniu o conceito de normal: tudo o que é público, que é compartilhada e passível de ser buscado é”, disse Pamela Rutledge, diretora do Centro de Investigação Psicológica na Mídia nos EUA “Em alguns ambientes, caso não o faça, até você é percebido como um constrangida. Supõe-Se que a rede tem de ser aberto e tem que ser compartilhada”, confirma Henrique San Juan. O princípio de base da internet é que a imagem tem mais poder do que a escrita. O crescimento do selfie seria a consequência disso.

Joana

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