O útlimo Dia Correu 20 Quilômetros

O útlimo Dia Correu 20 Quilômetros

Depois de três semanas a correr um quilômetro diário de cada dia que se passava desempregado, finalmente, Carlos recebeu uma oferta de trabalho —contrato inicial de seis meses, com possibilidade de permanência na empresa PeopleMatters, uma empresa de consultoria de recursos humanos. Carlos não estacionou sua rotina habitual de procura de emprego —procurar ofertas, escrever para as empresas, modificar o currículo, atualizar o perfil do Linkedin, etc.— mas que ela somou-se o desafio de correr diariamente.

Vender-se’ a si mesmo como profissional através do projecto era o objetivo final. Carlos juntou um de seus maiores passatempos com suas habilidades de comunicação —”algo que pedem hoje constantemente as empresas é a utilização de redes sociais, e eu queria mostrar que eu sei fazer”—. O sucesso de Quilômetros por um emprego, deve-se também a sua parte visual. O desafio começou o cinco de novembro e terminou no dia 30 do mesmo mês, a cada dia Carlos acrescentava um quilômetro a sua marcha pelo emprego e descansou os fins-de-semana. O útlimo dia correu 20 quilômetros, e teria corrido até 30, uma vez que a data limite era o final de ano.

De não ter encontrado um emprego antes de 2013 Carlos teria migrado para o estrangeiro —Canadá era sua primeira opção. Após o esforço físico diário de Carlos se esconde o desejo de superação, espírito de compromisso e constância e uma estratégia básica de ser pequenos objectivos para alcançar grandes metas. Não podemos esperar até que as condições sejam perfeitas ou não faremos nada “A chave, eu acho, é marcado objectivos exigentes mas atingíveis e buscar objetivos que nos levem a melhorar pessoal e profissionalmente”. Carlos conta que, durante as três semanas que durou a iniciativa estava dizendo ao povo: “não somente eu estou correndo”, em uma tentativa de explicar que “os jovens devemos ser proativos, hoje mais do que nunca”.

Sobre o tema da autoria, que está em discussão, irei me ater apenas compartilhar o meu ponto de vista: concordo plenamente com o explicado por Gabriel Sozzi e o que já foi compartilhado em mais de uma ocasião, por Canaan. Se um autor não quer aparecer no modelo sobredita, não há nenhum problema.

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  • Para os consumidores (variações no excedente do consumidor): perdem A e B
  • Um blog montado como Deus manda, é dizer que seja atraente e que seja fácil de navegar
  • em conformidade com a norma
  • Número de curtir na página
  • A Casa do Blanquillo —ou casa das bolas—
  • Que tipo de conteúdos (vídeos, fotos)
  • 1 A VOCÊ como uma ferramenta de inclusão

Está no seu direito e é totalmente respeitável. Outro tema é que um usuário que não interveio quase no artigo que propôs foi adjudicado um mérito que, certamente, não lhe cabendo tanto como seu verdadeiro autor. Tenho de lembrar que há pouco tempo foi feita uma consulta sobre clínico de artigos em destaque e o resultado foi negativo em torno desta proposta.

assim como a consulta de eliminação para o modelo de manutenção de AD (tema de autores e proponentes de CAD). Portanto, é esperado que não insistam em mencionar o mesmo tema, uma e outra vez, quando a comunidade já tomou uma decisão a respeito. Se o que se quer é uma ratificação, vá em frente.

Que se utilizem os meios adequados para isso. Pelo menos, eu como usuário não me agrada ver tal insistência em temas que já foram tratados recentemente, e em especial quando estes desembocam neste tópico tão difícil e cheio de dimes e diretes. Pitoresca discussão. Goste ou não, não se pode prescindir de alguém que defenda o artigo e atenda os comentários dos revisores.

Que alguma coisa geralmente o autor principal, apenas por ser quem melhor conhece a matéria. E que seu nome apareça em algum lugar é só de senso comum. Propor uma CAD sem que ninguém vá para defendê-la é fazer mal as coisas desde o começo. Você tem muita razão, como sempre.

Joana

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