O ‘Social Business’ Foi Morto

O ‘Social Business’ Foi Morto

A afirmação radical do título não é minha, mas que procede de um dos oráculos sobre novas formas de fazer negócio nas revistas mais prestigiadas de gestão empresarial. O Social Media e sua encarnação mais conhecida, Facebook, em apenas dez anos e meio, tornou-se a ferramenta ou serviço digital (me recuso a chamá-lo de meio de comunicação, porque não o é), mais usada no mundo.

Em junho de 2014, já era compartilhada por 1.320 milhões de usuários que criam e publicam conteúdos em mais de 110 idiomas. Os 316 milhões de americanos lhe dedicam uma média de 40 minutos de seu tempo por dia, ou seja, presenteiam diariamente 210 milhões de horas diárias de seu tempo a criar e editar e mover conteúdo grátis.

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devido a isso e à cibernética, de abril a junho do ano passado, o Facebook entrou 660 milhões de euros. Com pouco mais de 5.000 funcionários obteve rendimentos declarados em 2013 7.870 milhões de dólares (6.500 milhões de euros). Uma bicoca, quem faixa aí, se reveste. Mas como chegar a todos esses usuários? Como se faz o negócio nesse espaço de interação?

Para isso, inventaram novas fórmulas e as chamaram de ‘Social Business’ e em que estão. Logo descobriram o extremamente exígua que é a ‘monetização’ do que o investido nos espaços de Social Media da Internet. Agora, de repente, o professor Kane publica performance de tirar conclusões em prestigiada hassan ii mesquita revista MIT Sloan: “O Social Business esta morto”. Assim, os atribulados especialistas em social media, estão estudando como fazer com que os bots próprios sejam os mais influentes no âmbito de ‘social’ da internet. É dizer que o Social Business (e o Social Media) vai ser um domínio mais robôs do que de pessoas.

Importados, desde o ponto de vista dos negócios, a interação que você tem um ‘Bot’ que uma pessoa. O social media será mais ‘robô’ que social. O desconcerto nos “negócios sociais” continua. E para muitas empresas próximas, o Social Business foi morto antes de terem decifrado em que consiste e como se come o negócio de ‘social’. Qual será o próximo? Não ganham para desgostos.

Essas estratégias são classificadas de acordo com o objetivo que perseguem, existem primárias e de apoio. 1. Paráfrase. Explicação de um conteúdo através de palavras próprias. 2. Categorização. Organizar categorias com a informação. 3. Redes conceituais. Permitem organizar a informação por meio de diagramas. 4. Imaginária. A informação é apresentada mentalmente com imagens. As estratégias de apoio são utilizadas para criar e manter um ambiente que favoreça o aprendizado.

1. Planeamento. Como seu nome o indica, deve-se planejar as situações e os momentos para aprender. 2. Supervisão. Ela deve desenvolver a capacidade de introspecção e auto-orientar-se durante a tarefa, conhecer seu próprio estilo de aprendizagem (vendo, ouvindo, escrevendo, fazendo ou falando). Em tempos antigos, quando o ser humano começou seus processos de aprendizagem, o fez de forma espontânea e natural, com o propósito de adaptar-se ao meio ambiente.

O humano primitivo teve que estudar os arredores de sua moradia, a distinguir as plantas e os animais dos quais se podia dar alimento e abrigo, de explorar as áreas onde conseguir água e orientar-se para conseguir voltar a sua casa. Em um sentido mais resumido, os humanos não tinham a preocupação do estudo. Com o passar dos séculos, surge o ensino intencional. Surgiu a organização e começaram a desenhar os conhecimentos em disciplinas, estas cada vez maior. Houve então a necessidade de agrupá-los e combiná-los em sistemas de concentração e correlação.

Joana

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