O Que Pedem As Pequenas E Médias Empresas Ao Governo

O Que Pedem As Pequenas E Médias Empresas Ao Governo

Microempresas, pequenas empresas e autônomos têm grandes desafios pela frente para sobreviver: crescer, a melhorar a sua capacidade tecnológica, a inovação e para dirigir-se a novos mercados, ou seja internacionalização da sua empresa. Para isso existe uma opinião unânime neste coletivo: é necessário a remoção de barreiras burocráticas, fiscais e trabalhistas. A lista de medidas e melhorias que os mais pequenos coloca ao novo Governo que se conforme nos próximos dias, é interminável. Além de todas essas medidas práticas que possam ser úteis e rentáveis para as pequenas empresas e autônomos, existem outras realidades de fundo que também deve mudar para seguir em frente neste novo paradigma econômico e tecnológico que tocou viver.

Se há uma característica que defina o tecido empresarial português é a reduzida dimensão das empresas. O 95,9% são micro-empresas (de 0 a 9 empregados). Inclusive, destas, um 55,1% nem sequer tem um assalariado. E é que a realidade empresarial deu um giro de 360 graus nos últimos anos, o que exige uma mudança cultural.

  • Alianças promocionais
  • Decida que tipo de negócio você vai colocar
  • o estabelecimento de normas de qualidade para cada atributo
  • 3 Criação e desenvolvimento da indústria do jogo
  • 14 de janeiro de 2002′.[61]

Maria José Cano, professora da Escola de Organização da Indústria (EOI), explica que “antes as empresas precisavam de funcionários porque eram de produção, agora se dedicam ao setor de serviços e uma única pessoa pode dar muitos serviços. Isso passou a ser uma necessidade para uma cultura:já não estamos perante a figura do empresário permanente, para toda a vida, mas diante de uma pessoa que cria uma microempresa como forma de vida. E se não vence quer que o custo seja o menor possível para empreender de novo”. Nesta mudança de filosofia, há que ter em conta que o tamanho importa para sobreviver. “Passar de micro a pme é um pasito que permite ter força para a sobrevivência.

24% das empresas morre ao fim de um ano. A nova cultura empresarial exige tomar nota de experiências em outros países, como os Estados Unidos, onde o fracasso de uma empresa é entendida como uma forma de aprendizado para o próximo projeto empreendedor. “Aqui não se perdoa o fracasso, que às vezes é externo ao empresário”, diz a professora Cano. Para impulsionar essa segunda chance existem propostas como suavizar e flexibilizar as formas de pagamento ou do cancelamento de dívidas de uma empresa, quando fracassa.

“De maneira que lhes possa permitir empreender outra vez”. De fato, Cano fala de como se estende o movimento mundial Fuckup Nights, nascido no México, em 2012, para compartilhar publicamente histórias de fracassos empresariais. Empreender não é nada fácil em Portugal. “A primeira causa de mortalidade das pequenas e médias empresas —conta— é a falta de liquidez decorrente da inadimplência e dos problemas para encontrar financiamento. Para sobreviver, dependem do pagamento das grandes empresas. Basta lembrar que um terço das empresas que fecharam durante a crise foi devido à inadimplência”, diz. Na sua opinião, a lei de inadimplência e prevenção de riscos há águas.

Precisamente outra das medidas urgentes que considere este empresário é fazer cumprir a lei de contratação pública “, que deve favorecer a contratação pública de pequenas e médias empresas”, diz. Para impulsionar a segunda oportunidade de um empreendedor propõe medidas inovadoras como impulsionar a figura dos ficheiros positivos que forneçam informações sobre o bom desempenho do crédito das pequenas e médias empresas que assim o façam.

de Acordo com o censo do ano 2000, esta “cidade” era a segunda mais educada do Texas, academicamente falando, atrás apenas de University Park —localizada ao norte de Highland Park, cuja anexação à Dallas, não foi levado a cabo. A cerca de 70% dos adultos de Highland Park, na época, possuía algum título de bacharel ou superior. O clima da cidade é subtropical úmido com tendência continental. Tem uma amplitude térmica muito grande ao longo do ano, no entanto, a amplitude diária é pequena devido à umidade.

Joana

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