O Que Não Se Pode E Se Deve Fazer Com A Segurança Social

O Que Não Se Pode E Se Deve Fazer Com A Segurança Social

Nos últimos cinco anos vamos conseguir algo que pode ser considerado um recorde mundial dos sistemas de proteção social: a de que o déficit aumente cada vez que se cria emprego, de forma intensiva. Com a reduzida autoridade de quem dirigia uma equipe de pessoas que estava a atrasar o défice quatro anos de perdas dramáticas de emprego, acho que posso fazer algumas propostas que podem ter um certo grau de equilíbrio. Aqui estão minhas recomendações. 1. O problema não é ideológico.

A Segurança Social foi bem com González, com Aznar e Zapatero e agora vai pior com Rajoy. O problema é de uma mínima competência para a gestão. 2. É bom que se proponham formas de financiamento do sistema que não carreguem apenas sobre o emprego, mesmo que seja apenas porque o peso do trabalho é cada vez menor dentro do PIB e a despesa em pensões maior.

Mas antes de começar a pagar pensões com impostos, talvez seria razoável começar por financiar a formação de trabalhadores e desempregados com impostos e com controle de Finanças. De certeza que haveria menos interferências e, provavelmente, menos corrupção do que com o actual repartição de papéis entre Estado, Comunidades Autônomas, organizações de trabalhadores e de empregadores.

3. Pelo mesmo motivo, seria bom que o Estado, antes de pagar pensões, passando a pagar para a Segurança Social outras posições. Todos os bônus ao emprego (3.750 milhões em 2016), por exemplo, que há que manter lá onde se mostrem úteis e confira onde não desempenham qualquer papel. O complemento de pensão para as mães trabalhadoras ou viúvas por filhos gerados.

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  • João Dominioni (discussão) 22:08 12 jun 2017 (UTC)

A cotação das pessoas que cuidam de familiares, dependentes, que lhes dedicam a sua vida e são premiadas na velhice com maior miséria. E tantas e tantas pequenas partidas que somam milhares de milhões. 4. Não tem sentido engordar o défice da Segurança Social, porque saia do Fundo de Reserva, enquanto diminui artificialmente o déficit de outros organismos, reduzindo os seus benefícios. Em 2015, as contribuições de desempregados foi de 6.700 milhões.

Em 2011, quando foi negociado para os maiores de 52 anos (agora 55) por bases superiores às atuais e com uma legislação de incompatibilidades menos rigorosa, o Serviço Público de Emprego ter cotado para a Segurança Social 10.200 milhões. Fazenda teria 10.000 milhões de dívida. 5. Pagar as pensões de viuvez, com impostos é, talvez, uma idéia interessante, depois de ter devolvido o que já antes explicado. Mas os cidadãos devem saber que, nos países em que esta prestação é paga com impostos, diminui radicalmente o seu valor quando se trabalha. As mulheres trabalhadoras viúvas seriam as grandes prejudicadas desta ocorrência. Nos contratos indefinidos ou de duração média, pelo menos.

Joana

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