O que É Um ‘viral’ No Marketing?

O que É Um ‘viral’ No Marketing?

O marketing digital tem muito claro estes princípios, com o objetivo de integrá-los em suas estratégias de marketing no intuito de alcançar o mínimo de esforço (em recursos econômicos e humanos) para obter o máximo de impacto e retorno. Mas o que realmente significa que algo é “viral”? Imaginar ou mais bem lembrar-se de quando recebestes um vídeo por WhatsApp, aqueles que vos fez rir, simpático e divertido e que vos vistes avocados para compartilhar com seu grupo de amigos e colegas de trabalho. Além disso, era tão bom o vídeo, que tivestes que pendurá-lo no mural do Facebook e o comentabas com familiares e amigos no centro de fitness, tomando um café ou jantar.

A premissa básica pressupõe a existência de uma habilidade natural dos seres humanos para aprender através da experiência, e para criar estruturas mentais que organizam e sintetizam as informações e as experiências da vida cotidiana. Papert não se concentrava nas formas de instrução da aprendizagem, mas de oferecer aos estudantes a oportunidade de construir. Por isso Papert é o pioneiro da teoria do aprendizado assistido por computador para desenvolver o processo criativo na mente dos estudantes.

A conceituação de Tecnologia Educativa, que se apresentou ao longo de sua evolução, é aplicada de modo fora de contexto, sobretudo nas propostas educacionais dos países do sul do mundo, hoje com as TIC. A tecnologia educativa adequada e crítica, tomam vigor das tecnologias da informação e da comunicação. Estas constituem redes que favorecem a aprendizagem colaborativa. Você pode pensar em um modelo circular da comunicação, ou seja, as comunicações são bidirecionais e dão lugar à construção em conjunto da mensagem ou do conhecimento.

Se é um modelo circular, os sujeitos não são considerados nem a origem nem o fim da comunicação, mas que simplesmente participam dela. Isto, por sua vez, permite que o aluno adquira um papel ativo no seu processo de aprendizagem. Desta forma, os alunos, juntamente com os professores, que constroem o conhecimento, utilizando como suporte as redes, ao mesmo tempo que favorece o desenvolvimento das faculdades superiores do pensamento dos alunos.

Hoje em dia dispomos de diferentes ferramentas e plataformas que podemos utilizar em sala de aula, seja para a comunicação com nossos alunos, o acompanhamento, ou até mesmo a avaliação de habilidades diferentes. Que seja em rede. Que se faça chegar ao usuário final, através de um computador, utilizando padrões tecnológicos da Internet.

Se, pelo menos, se cumprem estas características, estaremos falando de uma plataforma de ensino virtual. Plataformas comerciais. Fazem referência às plataformas, para usar, você deve pagar por elas. Plataformas de software livre. Fazem referência às que são gratuitas para todos. Plataformas de software próprio. São as que se desenvolvem e implementam dentro da própria instituição de ensino.

Como exemplo pode-se citar Ágora Virtual. Nasce em meados da década de 1980 (entre 1985-1990). É resultado de iniciativas econômicas e pedagógicas. Este projeto envolveu duas modalidades: como apoio didático em sala de aula para o ensino do LOGO e BASIC. No âmbito pedagógico, o modelo de laboratório estava incluído em uma matéria específica de informática que ensinava a usar alguns programas.

  1. A literatura épica da Antiguidade.[2][10]
  2. 4 Luta contra o responsável das FARC
  3. Marketing bem direcionado
  4. Televisa Pedras Pretas
  5. As Administrações públicas e a gestão empresarial

As aulas eram realizadas por engenheiros ou técnicos da área de informática ou ocasionalmente, eram utilizadas por professores que propunham alguma atividade específica a ser realizada com as máquinas. O modelo de laboratório possibilita a distribuição de um número considerável de alunos por computador, sentados em frente às máquinas e de costas para o docente e entre si (configuração normal), tem uma grande importância para o trabalho individual.

Cabe destacar que as salas de aula estavam equipados por computadores de diferentes gerações, por isso que nem todos os dispositivos contavam com as mesmas funções. Esta heterogeneidade de equipamentos refletia assim uma heterogeneidade de saberes no grupo escolar. Este modelo foi muito utilizado no Brasil e em outros países foi muito criticado porque não conseguia fazer a integração do currículo e ficava restrito ao uso de alguns docentes.

Além disso, coloca em evidência as dificuldades operacionais na escola, ou seja, a utilização destes espaços depende da autorização de determinados atores da instituição. A primeira experiência deste projecto teve lugar no Uruguai, por meio do Plano Ceibal (Conectividade Educativa de Informática Básica para o Aprendizado on-line).

Joana

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