O Que É Isso Do Gastromarketing?

O Que É Isso Do Gastromarketing?

Ter uma boa proposta gastronômica é essencial, mas nem sempre garante o sucesso de um restaurante. “Antes de se dar de comer bem era o suficiente. Hoje, quando foi homogeneizado o nível de qualidade, é muito mais difícil”, diz o empresário João Carlos Igrejas, um especialista na matéria. Marca de sucesso hoje, em 2010 seus restaurantes Rias de Galiza e Cañota estavam “ponto de observação” e só lhes salvou a reinvenção.

“Na época, o marketing era como um ente, Mas entendemos a comunicação como ferramenta que torna visível e vendável qualquer objeto ou idéia”. “Comer bem é dada por feito. Competir em um mercado onde muita gente o faz bem, por isso temos que buscar novas formas de se comunicar com o cliente, para que escolham o nosso restaurante antes que o da concorrência. Para isso, o marketing é fundamental”, diz Igrejas. O domínio digital, como em outros aspectos de nossas vidas, alterou o conceito tradicional de marketing.

“É o acesso mais fácil, rápido e econômico para que um restaurante possa gerar conteúdo no Facebook, Twitter ou Instagram, que são vias para fidelizar clientes. “No século XX, os restaurantes são muito focados na etapa gastronômica, cuidando do serviço e da cozinha. Quais são as chaves do novo marketing gastronómico?

Não apenas física, mas também em um mercado/área de desenvolver uma atividade mais forte do que o resto da concorrência mais próxima, provavelmente já consolidada. “Um exemplo: entre 1990 e 2010, em Portugal fecharam muitos restaurantes de comida japonesa antes de completar dois anos de vida, porque o público não gostava de comer peixe cru. Hoje são um sucesso porque o mercado brasileiro amadureceu, mas muitos investidores que apostaram por isso perderam seu dinheiro”, lembra Callejo. Se o produto e a cozinha não são bons, o fracasso é garantido. Algo que parece óbvio nem sempre funciona como máxima.

A crise empurrou a pessoas estranhas ao setor, sem formação, para abrir bares e restaurantes, apenas porque eram capazes de cozinhar em casa, um bom jantar para seus amigos. “Se você não cozinha muito bem, terá que contratar um bom cozinheiro, mas não qualquer um: um com conhecimentos de gestão de restaurantes, que exerça o controle de compras e o aproveitamento de produtos”, diz Callejo.

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O mesmo acontece com os garçons, “que são vendedores, não servidores; devem ter comido toda a carta e conhecê-la de memória para saber dirigir e orientar os clientes”. Escolher o nome do restaurante pode ser uma dor de cabeça, mas é fundamental. A época dos Paco’s passou para a história. Se você não tem muita imaginação, é melhor recorrer a profissionais na matéria. Hoje em dia é uma porta de entrada para o nosso negócio e não se pode fazer de qualquer maneira. Tem que dar uma ótima impressão para atraí-los ao local”, refere Cabelo.

“É um erro de não colocar o menu e os preços no site; hoje, as redes sociais vão mais rápido do que a cozinha e qualquer um pode pendurar a carta, não tem sentido esconde-la. A primeira coisa que procura um cliente é a carta e os preços. O Google está estudando ideal sem a necessidade de fazer um click no site do restaurante. É o mais importante “, apostila Coquillat. Há que definir uma estratégia que se ajuste a imagem do local, com um toque pessoal e deixá-la nas mãos de especialistas. “E evitar ser muito comerciais, já que, ao final, consegue-se o efeito contrário.

Se continuamente estamos lançando ofertas, dizendo o quão bom somos ou pedir que venham ao nosso restaurante só ficaremos nisso”, adverte Cabelo. Coincide Coquillat: “Não se pode cair no egocentrismo e transferir as redes sociais apenas conteúdo próprio; há que dar valor. A maioria cai no erro de se inclinar só conteúdos do próprio estabelecimento”. Tendo em conta que as redes sociais não são a panacéia: ter uma conta no Twitter ou abrir uma página no Facebook não equivale a encher o restaurante diariamente. Tanto do local quanto dos pratos e do pessoal, até o último detalhe. “Com o vídeo aconteceria o mesmo.

Joana

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