O Prostituto Mais Cotado

O Prostituto Mais Cotado

O sexo nunca foi um assunto tabu na casa de Leonardo Lucatto. É mais, trata-se da profissão que deu de comer a cinco gerações da mesma sangue. Lucatto nasceu há 36 anos em Porto Alegre, ao sul do Brasil, no seio de uma família de origem italiana, em que tanto a mãe como seus tios desconhecem a identidade de seu pai.

ela Foi a fundadora do negócio familiar, e foi ela quem deu a Leonardo algumas das pautas que mais tarde seriam de grande ajuda para se tornar um dos acompanhante independente de luxo mais famosos da Europa. Como ele mesmo relata que é a sua primeira novela autobiográfica, ‘O guardião do diário secreto’, desde muito jovem, eu tinha certeza de que queria “chegar ao alto”. Com 23 anos deixou sua cidade natal para morar em São Paulo. Lá conseguiu trabalho em um salão de cabeleireiro onde o salário lhe dava pouco mais do que para pagar a pensão a que fica.

A cidade de oportunidades não estava provando ser o que esperava. Ao fim e ao cabo o carregava nas veias, então, seguiu seu instinto e decidiu o que define como sua “primeira experiência”. Tratava-Se de um professor universitário com uma bem sucedida carreira como escritor. Recordando os conselhos da sua avó, conseguiu fazer do professor o seu primeiro cliente no mundo da prostituição.

  • 2 O preço do produto
  • 15 Retomada de diálogo
  • Qual será o seu mercado e a identidade de seus clientes
  • E o pior
  • Jorge martin, 8 de julho de 2014

Nós costeaba um apartamento na big Apple brasileira, onde mantinham encontros esporádicos nos fins de semana. Em Espanha deu o salto para outros países europeus em que continuou a ser formado como prostituto. Um de seus muitos clientes propôs-lhe em uma ocasião usar uma tática que isso, algo que nunca lhe tinham pedido antes.

Lucatto, sem dizer quem é.

Depois de viajar por toda a Europa decidiu se mudar para Madrid, onde durante algum tempo continuou a exercer a prostituição em sua própria casa. Conta que só aceitava clientes com um alto nível de compra entre os que houve mesmo políticos. Lucatto, sem dizer quem é. Há dois anos que já não é prostituto. Dedica seu tempo a estudar idiomas e artes cênicas e trabalha em uma ONG para a prevenção do HIV.

Espanha e Portugal, portadores das principais minas que fornecem a Europa desses metais, proibiram a exportação ameaçando com graves represálias, ou são submetidos a enormes taxas. Esta mesma proibição fez parte da política da maioria das nações da Europa. É encontrada mesmo onde menos se esperaria, em algumas antigas atas do parlamento da Escócia, que proíbem, sob fortes penas, transportar ouro e prata para fora do reino.

Durante esse período, importantes quantidades de ouro e prata fluíam desde as colônias espanholas do Novo Mundo para a Europa. Para os escritores bullionistas, como Jean Bodin ou Thomas Gresham, a riqueza e o poder do Estado se medem pela quantidade de ouro que possuem. Cada nação deve, portanto, aumentar suas reservas de ouro, em detrimento das demais nações para fazer crescer o seu poder.

A prosperidade de um Estado é medida, de acordo com os bullionistas, pela riqueza acumulada pelo governo, sem mencionar a Renda Nacional. Este interesse para as reservas de ouro e prata se explica, em parte, pela importância dessas matérias-primas em tempos de guerra. Os exércitos, que contavam com muitos mercenários, eram pagas com ouro e removendo os poucos países europeus que controlavam as minas de ouro e prata, a principal maneira de obter essas matérias-primas era o comércio internacional. Se um Estado exportava mais do que importava, a sua “balança do comércio” (o que corresponde, nos nossos dias, a balança comercial) era excedentária, o que se traduzia em uma entrada líquida de dinheiro.

Isto levou os mercantilistas a propor como objetivo econômico o de ter um excedente comercial. Era estritamente proibida a exportação de ouro. Os bullionistas também eram partidários de colocar em marcha altas taxas de juros para incentivar os investidores a investir o seu dinheiro no país. No século XVIII desenvolveu-se uma versão mais elaborada das idéias mercantilistas, que rejeitava a visão simplista do bullionismo. Esses escritores, como Thomas Mun, colocava como principal objetivo o crescimento da riqueza nacional, e ainda continuava considerando que o ouro era a principal riqueza, admitiam que existiam outras fontes de riqueza, como as mercadorias.

Joana

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