O Posto De Trabalho Digital: O Triunfo Da Empatia

O Posto De Trabalho Digital: O Triunfo Da Empatia

Paradoxalmente, em uma era em que o Digital o invade tudo, a panaceia para a qual apontam as estratégias de transformação Digital dos negócios são as pessoas. Se trate de empresas de serviços ou de produto e seja qual for o setor ou o tamanho, tudo passa por aguçar o sexto sentido da empatia: compreender o cliente, entender o trabalhador.

o Gartner prevê que, em 2020, a maior fonte de vantagem competitiva para 30% das organizações proceder-se-á a capacidade dos trabalhadores para explorar de forma criativa as tecnologias digitais. Jogamos aos extremos. Durante décadas, a cultura corporativa tem sido utilizado como instrumento de fidelização e, em alguns casos, de dominação.

O medo de errar, a hierarquia, a falta de transparência e a competitividade foram atributos essenciais das culturas das empresas que têm liderado o mundo, até nossos dias. A cultura corporativa ainda é, na transformação digital atual, a ferramenta mais poderosa. Mas uma cultura muito distinta, em que a individualidade, diversidade, flexibilidade, colaboração e inovação são os novos mantras.

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o Gartner prevê que, em 2020, a maior fonte de vantagem competitiva para 30% das organizações proceder-se-á a capacidade dos trabalhadores para explorar de forma criativa as tecnologias digitais. As grandes empresas estão investindo em posto de trabalho digital como estratégia de negócio para promover a agilidade, a satisfação e o compromisso (engagement) do empregado através de um ambiente mais “digitalizado”. Uma estratégia que visa favorecer a autonomia do empregado, o aprendizado contínuo e a colaboração efetiva.

Os espaços de trabalho transformam-se e diversificam em um ambiente de progressiva “consumerização”, em que os funcionários exigem conectividade e acesso a recursos personalizados e contextualizados a partir de qualquer lugar, em qualquer momento e em qualquer dispositivo. O bilhar e matraquilhos no escritório já não são exclusividade do Google. O teletrabalho e as videoconferências deixaram de ser a exceção.

Todo aquele que quer subir ao trem do Digital entendeu que deve pregar com o exemplo, e isso passa necessariamente por uma transformação de seu ambiente de trabalho e a cultura subjacente. Com este objetivo em mente, as empresas espanholas estão avançando passo desigual, mas firme. Do estudo realizado recentemente pela Gartner, a responsáveis do posto de trabalho digital em Portugal se extrai que a mobilidade (dotação de smartphones, notebooks, tablets) já iguala ao posto de trabalho “fixo”.

11% dos inquiridos afirma ter sido eliminado por completo o telefone fixo de sua empresa. Entram novos dispositivos no local de trabalho: 7% das empresas afirmam dotar ou usar IoT em algum de seus departamentos. 1 trilhão por ano em manutenção, serviços e consumíveis). O Gartner prevê que, em 2020, 90% das organizações terá que gerenciar o trabalho em áreas que não são de propriedade da empresa, mas de propriedade de indivíduos ou dos lugares em que trabalham. Corporativas ou não, o uso de tecnologia no posto de trabalho é incansável.

36% dos entrevistados acredita que seus funcionários usam essas tecnologias durante o 20-40% da jornada, e 76% de empregados acredita que o uso das ferramentas de colaboração aumenta entre 20-40% sua produtividade. Superada a crise da bolha da internet, o novo paradigma dos negócios é aquele em que a equipamentos de 10-20 pessoas criam e gerem negócios digitais bilionários. As grandes empresas “tradicionais”, conscientes da necessidade de evoluir ou morrer, tentam replicar a marchas forçadas um modelo que, como tudo o que tem a ver com tentar copiar algo genuíno, difícil de imitar.

Vivemos em uma era onde a tecnologia tem se transformado de forma irreversível a nossa forma de entender o mundo e as relações humanas. Nós Somos a última geração que vai haver nascido sem Internet. Classificamos os trabalhadores entre Geração X e Millenials para deixar constância do abismo que existe entre uns e outros. Custa encaixar algumas peças.

Joana

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