O Populismo Ou O Perigo Da Democracia Sem Intermediários

O Populismo Ou O Perigo Da Democracia Sem Intermediários

Um dos efeitos mais solventes do populismo é a sua aspiração política a substituir a democracia representativa, por outro, que costumam definir como total ou direta. Ou seja, uma democracia verdadeira, onde os governantes estão submetidos apenas ao controle dos governados, sem órgãos ou instituições intermediárias, sejam elas públicas ou privadas. Por isso, para legislar preferem os plebiscitos, os parlamentos e gosta de ser jaleados por seus seguidores nas redes sociais antes de submeter-se ao controle dos profissionais dos meios de comunicação.

O exemplo mais representativo e preocupante desta nova forma de fazer política é Donald Trump. Ainda não tomou posse como presidente dos EUA e já deixou claro qual vai ser o seu estilo. Desde o mês de julho não ofereceu nenhuma roda de imprensa com a presença de jornalistas que possam fazer perguntas ou colocar em algum aperto, pedindo explicações ou detalhes de algumas de suas decisões. Não tem comparecido perante a imprensa, cujo trabalho despreza profundamente, para anunciar nomeações, fazer propostas políticas ou explicar questões econômicas ou de relações exteriores. Em contrapartida, cada vez são mais as mensagens e as conversas que mantém com os 39 milhões de seguidores que tem entre Twitter, Facebook e Instagram.

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  • Os preços subiram 2,4% em 2011.[250]
  • As ruínas da antiga Igreja de Santo Tomás
  • O medo diante da falta de recursos naturais tamb
  • Está relacionada com a maturidade e a responsabilidade. O que vai estar relacionada se não
  • O mecanismo de presença, não é sinônimo de disponibilidade

Mas é que, além disso, seus tweets são o reflexo de uma personalidade excêntrica, insultuosa e polêmica. Para Trump é mais importante agradar a seus seguidores que os possíveis prejuízos que esta forma de fazer política comporta a nível diplomático, econômico ou político. Identificando a sua pessoa e as suas opiniões com a posição oficial dos EUA, não faz senão enfraquecer a democracia ao desprezar os outros organismos e instituições que compõem a complexa engrenagem de um Estado de Direito.

Para isso, são desenvolvidas as políticas de igualdade, de formação ou de conciliação. Porque se trata de “melhorar o desempenho do empregado e que este evolua”, diz. Além de desenvolver produtos e serviços para os cidadãos, as empresas também devem gerar conhecimento. As que promovem a investigação e a inovação nos processos jogam nessa liga. Desenvolver uma tecnologia que permita a detecção de uma doença de forma precoce ou empresas que fabricam alimentos para pessoas com alergias e intolerâncias são alguns exemplos. Como diz Hevia, “se inventas alguma coisa está contribuindo”. O setor financeiro já acumula quase uma década em reestruturação.

Os tempos difíceis inaugurados pelo estouro da bolha imobiliária e financeira têm forçado as entidades a ter-se refundado, concentrando-se nas novas exigências regulatórias europeias para manter com garantias seu papel fundamental de apoio financeiro para a economia. Em termos sociais, o preço pago foi muito alto. Quanto tempo levará para recuperar esse investimento, se algum dia se recupera, é desconhecido.

As boas notícias são que as entidades sobreviventes à pior crise financeira da história espanhola mais recente parecem mais conscientes do que nunca de seu papel social. E que seu esforço para impulsionar projetos com que contribuir para um presente e um futuro melhor de seu ambiente, longe de perder a iniciativa frente a outros setores volta a ganhar. Fundação bancária Da Caixa.

A obra social desenvolvida por esta instituição, é o testemunho mais visível do que em outros tempos fizeram as caixas de poupança. Os números da obra social Da Caixa ao longo de 2017 dão uma idéia da dimensão que alcança esta faceta do segundo maior banco em Portugal. O segundo maior grupo financeiro português destina 93 milhões de euros para programas sociais, com 2,7% do lucro bruto atribuído ao Grupo no exercício. Além disso, o BBVA desembolsa 2,1 milhões de euros, com 176 projetos sociais que beneficiam a quase 600.000 pessoas.

Em 2017, lançou o Centro de Educação e Capacidades Financeiras, uma plataforma virtual para promover a importância dos conhecimentos e habilidades financeiras, através da investigação, a divulgação e a aprendizagem orientada para a ação. A entidade não dispõe de números concretos, porque são muitas as ações que realiza e considera sua política de sustentabilidade “de uma cultura transversal, que se desenvolve em todas as unidades do Banco”. Mesmo assim, no fecho do exercício de 2016 contabilizou 6. 479 casas em aluguel social, contratado com clientes que vinham de um processo de execução hipotecária, de daciones em pagamento ou de situações de ocupação irregular.

O banco decorrentes de sua ação sustentável em um eixo em que os principais pontos são o econômico, o social e o ambiental, com diversas iniciativas em todos os campos. No social, a entidade desenvolve uma estratégia inclusiva, que compreende a acessibilidade física, digital e a cognitiva. Montepio desenvolveu programas de educação financeira específicos para grupos de pessoas surdas e com deficiência intelectual. As empresas de telecomunicações têm um papel fundamental na revolução tecnológica que está mudando nossas vidas. O trabalho que desempenham nos permitem estar conectados.

A explosão de dados, a velocidade da conectividade e da inteligência artificial estão delineando um novo modelo tecnológico, uma revolução em cujo núcleo está o setor de telecomunicações. Por suas dimensões, retorna à sociedade riqueza e de emprego. O ano passado trouxe para o Brasil a 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB).

Joana

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