O Fim Do “fast Fashion”

O Fim Do “fast Fashion”

O mundo inteiro muda a batida de um clique e o vestuário não é uma exceção. A globalização tem feito de moda-uma corrente global, com um mercado único, em que caíram as barreiras que com segurança não se tornarão a levantar-se. Além disso, a digitalização foi empoderado para os clientes, tornando-os mais exigentes e com um maior conhecimento.

Um verdadeiro turbilhão em que muitas empresas têxteis estão naufragando e o que a Inditex, o grande gigante espanhol, está conseguindo enfrentar, com sucesso, embora não sem esforço. “A Inditex tem alcançado taxas de crescimento de duplo dígito, mas ainda assim o mercado lhes questiona. O certo é que as dúvidas do mercado recaem agora sobre todos os grandes grupos têxteis do mundo, com o foco posto sobre tudo em Inditex e H&M. E é que, como em outros setores, a digitalização representa para o mundo têxtil oportunidades e riscos em partes iguais. Uma comparação de todos os fornecedores da Zara com o seu principal concorrente, o sueco H&M, é reveladora.

a Prova disso é que em frente à expansão física levada a cabo nos últimos anos, a cadeia sueca teve que colocar em marcha um processo de reestruturação dessa rede com fecho de locais. O modelo da Zara é mais robusto e higienizado face ao avanço do mundo “on-line”. Menos lojas, mas estrategicamente localizadas. Ainda assim, o ritmo de abertura de locais de Inditex também caiu nos últimos cinco anos.

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Então se inauguraban cerca de 500 lojas por ano contra as 250 ou 270 reais. “A Inditex é a empresa melhor preparada para enfrentar o mundo digital e a Amazon não lhe representa uma ameaça tão séria quanto a outras empresas. É pioneira e não a vemos como uma vítima”, acrescenta o gestor. Atualmente, a venda “online” responde por 5% de torta têxtil mundial. Mas, até que ponto é rentável vender pela internet? O empacotamento, os custos de transporte e, sobretudo, das devoluções, fazem com que este canal é especialmente sensível a uma boa gestão.

De fato, empresas com margens muito estreitas como Primark já anunciaram que a venda pela internet não era uma opção para eles. “A análise do comportamento dos consumidores é muito importante neste sentido. Há países como a Alemanha que, desde a venda por catálogo, a devolução está instaurada e representa até 10% do total das compras. Em Portugal, o percentual é menor, mas ainda assim é um item muito caro”, diz um consultor especializado no setor têxtil. De fato, um dos principais focos de trabalho em Inditex é encontrar formas para que o cliente afine sua compra.

Outro dos grandes desafios para o mundo têxtil em geral e para a empresa que comanda Paulo Ilha, em especial, é a incorporação plena dos “millenials” no mercado. Procura um tipo de vida mais relaxada, reclamam comprar em empresas que respeitem o meio ambiente e os direitos humanos, lutam por uma economia mais sustentável e, além disso, vão em chinelos para trabalhar.

Joana

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