O ‘e-commerce’ E As Redes Sociais, Um Conjunto Colossal

O ‘e-commerce’ E As Redes Sociais, Um Conjunto Colossal

Hawkers, Pompeii, Naak ou Laconicum tornaram-se em pouco tempo a respeito do ecommerce em português. “São exemplos perfeitos de como as redes sociais já são um fator-chave de sucesso para qualquer projeto de comércio eletrônico voltado para a geração de marca. Sem marca, não há negócio e, portanto, não lhe custou, o social commerce veio para ficar”, explica a CincoDías Fernando Aparicio, diretor de Amvos Digital.

A empresa que revolucionou a forma de vender óculos de sol e que chamou a 50 milhões no passado mês de outubro é a startup mais pró-ativa em redes sociais, junto a Glovo, segundo a consultora Evercom. Com quase 5 milhões de seguidores no Facebook e roçando já as 500.000 no Instagram, conseguiu fazer essas plataformas seu melhor amigo.

  • promoção
  • O docente ou professor(a)/professor(a). Pessoa que promove e orienta a aprendizagem,
  • AnselmiJuan (discussão) 08:09 20 jul 2017 (UTC)
  • O alcance e as impressões (análise de suas publicações e das stories)
  • Decidir o tamanho do grupo

Em 2015 faturou quase 40 milhões. “Têm apostado por uma comunicação totalmente abrupta em relação ao que estava fazendo esta indústria até agora. Sempre pela internet, muito segmentada e que usa as redes sociais e a linguagem social”, observa Nacho de Pinedo, diretor executivo do Instituto para o Desenvolvimento da Internet (ISDI).

Após este projeto, que começou em 2012 são João Gomes e Maria Martinez. Este ano, prevêem faturar um milhão de euros. “Usamos as redes sociais, não tanto para vender como para apanhar. Queremos inspirar, transmitir emoções e ajudar a descobrir produtos”, dizem. Algo que também fazem muito bem este tipo de e-commerce é pendurar-se de ações de terceiros para obter um benefício para a sua marca. Por exemplo, quando a Apple tirou o iPhone 7, a pessoas de Hawkers pôs-se na fila 38 horas antes.

“Eram os primeiros e, quando abriram e deram o primeiro iPhone foi o ofereceram ao segundo da fila. Além disso, enquanto esperavam tinham um violinista tocando e instagramers que estavam contando a história nesta rede social. A mensagem era clara: Hawkers há fila com os consumidores e isso teve um impacto brutal nas redes sociais”, acrescenta De Pinedo. O ceo da ISDI conta outra história que define bem as novas formas de fazer as coisas de estes ecommerce sociais.

Depois de um atraso de 20 dias a alguns pedidos, Pompeii lançado em 2015, a campanha publicitária “Sorry”, em que pediam desculpas públicas, além de presentear o calçado para os afetados e códigos de desconto para toda a sua comunidade. “Isso é algo pouco usual”, sublinha o especialista, que aponta que estas “são empresas que se importam tanto com o que é toda a experiência de produto.

Eles não pensam que a experiência de serviço acaba com a compra, mas vai mais além. Começa antes e vai muito mais além do momento em que a recebe. São empresas que buscam o que é chamado de zero atrito em sua cadeia logística, e no caso de que o cliente reclamar porque não recebeu os seus óculos ou relógio, eles te mandam grátis”. Esta marca de relógios tem 1,5 anos de vida e vende cerca de 30 unidades ao dia.

Joana

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