O Clã (filme)

O Clã (filme)

O filme participou da seleção oficial da edição número 72 do Festival de Veneza. Os Puccio são uma típica família do tradicional bairro de San Isidro, com aspirações a pertencer à classe alta. ] passa a ser mão-de-obra de desocupados, o que decide empreender um negócio criminoso de sequestros extorsivos aos empresários.

Alexandre acompanha seu irmão mais novo, Guilherme (Franco Masini), o aeroporto já que parte para o exterior em uma viagem desportivo. Antes de ir embora, Guilherme confessa que não vai voltar já que sabe que faz seu pai, tem medo e recomenda fugir o quanto antes. Alexandre decide não acompanhar seu pai em o sequestro de um outro empresário, Emilio Naum, o que faz com que o plano fracasse e Naum seja assassinado após advertir a manobra de Arquimedes e resistir ao sequestro. Para reconciliar-se com seu pai, Alexander viaja ao exterior para convencer seu outro irmão, Daniel “Maguila” Puccio, de voltar à Argentina e se integrar ao Clã.

A alegria pela volta de Maguila não é completa, uma vez que há mais de um ano que ninguém sabe do paradeiro de Guilherme. Já em 1985, o Clã sequestra a empresária Nélida Bollini de Prado e a mantêm presa no porão da casa por mais de um mês.

O filme termina com um texto contando o que foi do destino da família: Alexandre sobrevive à tentativa de suicídio, e na prisão tentaria o suicídio quatro vezes mais. Pede a Mônica que deixe de visitá-lo e rehaga sua vida. ] Guilherme nunca foi relacionado com os fatos. Nunca voltou a Argentina e seu paradeiro é desconhecido.

Mudou o sobrenome e viveu com os seus tios maternos antes de voltar a viver com sua mãe.

Epifania esteve na prisão, mas foi liberado por falta de mérito. A Silvia também não se lhe atribuiu a responsabilidade, e morreu de câncer, aos 52 anos. Adriana era menor quando aconteceram os fatos. Mudou o sobrenome e viveu com os seus tios maternos antes de voltar a viver com sua mãe. Arquimedes foi condenado à prisão perpétua mais acessória, por tempo indeterminado, mas foi beneficiado por 2×1 e recuperou sua liberdade, em 2008. Na prisão, estudou e exerceu a profissão de Advogado.

] nenhum familiar reivindicou o seu corpo foi enterrado em uma cova comum. A idéia de fazer um filme sobre os Puccio surgiu, nas palavras de Trapero, “a partir do momento em que comecei a estudar cinema”. A filmagem do filme foi realizada entre o final de 2014 e início de 2015. A este respeito o diretor disse: “É um filme que, para mim, foi um desafio muito grande.

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Com um filme que foi feito em várias etapas. Um pouco para os compromissos de todos e os lugares onde tinha que filmar. Filmamos no ano passado, em janeiro, em fevereiro. Fomos filmando por etapas. A pós-produção também foi muito longa pela complexidade de uma história com tantos personagens”. Para a confecção do roteiro, o diretor, roteirista, realizou uma extensa pesquisa que se viu limitada pela escassez de informações dos meios tradicionais (jornais da época). O filme, dirigido por Guillermo Francella, contou com um investimento excepcional em publicidade, que foi de cerca de quatro milhões de pesos argentinos.

] Tinha grandes expectativas, mas os resultados na bilheteria passaram: foram excepcionais e sem precedentes para um filme nacional. O clã foi lançado em 13 de agosto em 261 salas, com uma participação de 72 613 espectadores, e tornou-se assim no filme argentina não mais animada organizador em seu dia de estreia.

] Aproveitando que o lançamento coincidiu com um feriado nacional, segunda-feira, o filme atraiu outras 162 420 pessoas e totalizou 667 420 espectadores. ↑ Sol Amaya (4 de junho de 2015). “Quem eram os Puccio, a família em que se baseia O clã, o novo filme de Pablo Trapero”.

↑ “O clã – Cinemas Argentinos”. ↑ “Recorde histórico de bilheteria para O “Clã”, em seus primeiros quatro dias”. ]”. Notícias de Oscar. ↑ Alexandre Guerreiro (27 de agosto de 2015). “O clã Puccio, ou a decomposição de todo um regime social”. ↑ a b c “o Que foi a vida do clã e quem foram suas vítimas”.

Joana

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