O Blog De Álvaro, Um Menino De 10 Anos, Revoluciona As Redes Sociais

O Blog De Álvaro, Um Menino De 10 Anos, Revoluciona As Redes Sociais

“. Com este texto do jornalista Francisco Rubiales, Álvaro Cabo Cidade, um menino de 10 anos, inicia o seu primeiro post de seu blog “o Meu país através de meus olhos”. Um espaço em que aborda questões relacionadas com a política, a economia e a educação. Com uma maturidade incomum para a sua idade, este talavera, entusiasta da história, da arqueologia, da política, da economia e viciado em leitura, já realizou um de seus sonhos: escrever um livro. Um desafio que começou com apenas seis anos com “O dom de Howard Carter”, inspirado em uma exposição sobre Tutankhamon, a que se seguiram “Tintin em Auschwitz” e “O segredo do Escorial”.

O blog do Álvaro, “o Meu país, visto por meus olhos”, tornou-se um dos mais lidos nos últimos dias. Segundo a categoria, atualmente, na votação popular no prêmio 20Blogs2013 e entre os vinte primeiros na categoria geral, Álvaro recebe agora o prêmio dom Quixote, concedido pela emissora de Rádio e Televisão Castilla-La Mancha. “Este reconhecimento é um grande passo para o sucesso do meu blog”, diz.

no momento, suas palavras estão chegando longe. Prova disso, é o elogio que recebeu de Maria, Jesus Soto, a autora do livro “o Meu primeiro livro de economia”, um dos favoritos de Álvaro e de Jaime Olmedo, diretor técnico do dicionário biográfico espanhol. Ambos lhe ofereceram a sua ajuda no caso de você precisar dele.

Este estudante do quinto Primária, que sonha em ser um grande neurocirurgião, é um grande fã do Real Madrid e sente uma grande admiração por Cristiano Ronaldo. “Estou muito identificado com ele, porque, apesar das suas modestas origens sempre soube superar pouco a pouco ao ponto de se tornar um morbozo em sua faceta”.

Este ano, a certeza de que ganhamos a Champions e a Liga”, acrescenta. Além de sua paixão pelo futebol, em seu tempo livre, Álvaro pratique Kung-Fu com o mestre Eduardo Lurueña, três posições, escolhido para viajar para o espaço com o “Axe Apollo”. Toda uma vida curta, marcada pelo slogan “Se você conseguir seu objetivo você conseguiu isso, mas obtê-lo ao espremê-lo ao máximo”.

Não importa a idade, sempre revive o medo a ser observado, avaliado. Os alunos do quinto ano estão divididos em quatro grupos. Devem realizar quatro atividades distintas de 20 minutos de duração. Este é o tempo que, de acordo com a equipe de gestão, são capazes de manter uma concentração ideal. De modo que a aula de matemática vai durar duas horas. Cada equipe realizará quatro atividades relacionadas com a disciplina.

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Os grupos interativos, assim se chama este sistema, é como funcionam cerca de 60% das horas letivas em Joaquim Ruyra. Como ferramentas de apoio estão o cronômetro digital pendurado na parede e quatro adultos, um em cada conjunto de mesas. “Hoje temos dois voluntários, um luxo”, diz Raquel, a diretora. “Sempre garantimos que você tenha pelo menos dois adultos por classe, o orientador e um professor de apoio, então jogamos com os voluntários”.

Esta é uma das poucas transgressões formais do centro: os professores de educação especial e da sala de aula de acolhimento se integram na classe comum. “Ao segregar os alunos a auto-estima baixava drasticamente”, diz Raquel. “É como uma escola de idiomas em que seus colegas não sabem nada e não quer falar com seu professor. Lhes dávamos um caderno especial que acabava servindo de desculpa quando algo lhes parecia difícil: ‘ah Professora, é que eu sou da sala de aula de acolhimento! Sadaf é mãe voluntária, procede do Paquistão e há 17 anos, que mora no bairro. Passeia em torno de seu grupo com um sari perfumado, de olhar exigente e os braços cruzados.

Joana

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