Nosso Estado De espírito, Um empecilho Para A Economia De Portugal

Nosso Estado De espírito, Um empecilho Para A Economia De Portugal

�Quem não tem ouvido ultimamente frases como “esta noite não saio, passo de gastar”, “já eu comprarei quando as coisas estejam melhor”, ou “agora não monto um negócio ou louco”? Certamente todos. As notícias não são para menos, pensará de você. As coisas estão mal, e sabemos disso, mas o Brasil pior do que realmente deveria ser, se atendemos a real capacidade dos espanhóis de consumir e empreender? De acordo com um estudo recente da Universidade Politécnica de Cartagena (UPCT), a falta de confiança dos cidadãos na saída da crise é o principal obstáculo para a recuperação da economia. “O atual estado de espírito da grande maioria de espanhóis se traduz em euros, de uma maneira muito simples -explica a ABC, o especialista em neuromarketing Francisco Misiego-.

Se nos encontramos em um estado geral de medo e falta de esperança, duas das motivações pelas quais se move o ser humano, os espanhóis não consomem. “Isso não significa que não exista uma situação econômica complexa -sublinha, por seu lado Misiego-, mas se agrava mais porque só recebemos mensagens pessimistas. E mesmo que tenha de poupança e possa ir para Nova York, me vou ao meu povo a beber umas cervejas. E isso logicamente afeta, em números, os negócios e a todo o mundo”.

“O estado emocional é algo básico em que o país vá economicamente melhor ou pior, já que todo o mercado e a atividade é movido por uma motivação”, acrescenta. Mario Weitz, professor do ESIC e consultor do Banco Mundial, acredita que agora se dá o que se conhece como o “efeito pobreza”, e justo, caso contrário do que ocorria antes. Segundo o estudo da UPCT, uma parte da responsabilidade disso é encontrado na forma de comunicar, de nossos políticos.

Em um curto espaço de tempo anunciam medidas que modificam rapidamente ou substituídos por outras diferentes ou até contrárias, o que gera insegurança e falta de confiança. Em outras ocasiões, a informação é transmitida com uma linguagem “muito técnico”, que faz incompresible para a maioria da sociedade as ideias que se querem transmitir. Os pesquisadores da UPCT apostam por “aproximar-se da realidade da crise de confiança do cidadão e compreender a sua origem, como primeiro passo para a recuperação econômica”, segundo declaram a EFE. Outros especialistas apontam que uma das chaves do crescimento no consumo está em processo chamado de “neurônios espelho”.

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ou seja, tendemos a imitar comportamentos, pelo que, se o resto tem vontade de sair de casa, se divertir e consumir, a gente está com vontade de fazer o mesmo. “Os estados emocionais são transmitidos e isso tem uma repercussão direta na economia. E se continuamente se fala em recessão, como ocorre, a economia se contrai mais”, aponta Francisco Misiego. Uma coisa é clara: “Até as avós sabem o que é o prémio de risco. Me lembra muito a Argentina na época da crise do cercado, onde se falava de economia e não de outra coisa”, diz Weitz.

Para 1640 já existiam duas igrejas na cidade. O 13 de maio de 1647 assolou a Valparaíso o primeiro terremoto que se sentiu nesta comarca, destruindo a pequena população que existia nessa data. Em 1658 lhe cederam terras na Ordem Franciscana, na quebrada que hoje leva o seu nome e onde ergueu uma igreja. O comércio principal do porto, na época, era a exportação de isca, badana, cordobán, coco, amêndoa e a venda de escravos. Para 1660 já haviam casas de melhor aparência e material.

O transporte de mercadorias se fazia em princípio integralmente por indígenas, sendo substituídos mais tarde por arreios das mulas e carroças com bois. Em 1682 estavam mais preparados para impedir invasões de piratas, com uma pequena esquadra armada composta de navios de Santo Cristo de Lisboa e San Francisco. As incursões dos bucaneiros no Pacífico fizeram com que Valparaíso fora mais forte, chegando a obter o título de praça de guerra. A partir daqui partiram várias expedições a perseguir os famosos Bartolomeu Sharp e Edward Davis.

Entre estas fortificações conta-se o Castelo de São José, localizado no atual morro Cordilheira, construído entre 1682 e 1692. Neste mesmo monte se encontravam todos os edifícios públicos, como a governança, a prisão, o costume e os quartéis. O principal comerciante que havia no início do século XVIII era o próprio governador, João Batista Tobar, que além do seu negócio teve um imposto de autoridade de 5% sobre todas as mercadorias que se embarcava com destino em seu distrito.

Joana

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