Mediadores De Conflitos Negócio 108

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desta forma, as empresas usuárias deste sistema podem economizar tempo e dinheiro na frente dos juízos ordinários. Por exemplo, no caso de falta de pagamento no valor de cerca de 15 milhões de pesetas, recorrer à via judicial, colocaria umas costas de cerca de 2,5 milhões de pesetas, e cerca de 24 meses de tempo. Utilizando os serviços de uma empresa de arbitragem, o custo seria de 1,2 milhões de pesetas, e o período de resolução não exceder os 6 meses.

As empresas podem se submeter à arbitragem, bem a priori, isto é, introduzindo a cláusula no contrato que ambas as partes assinem, ou melhor, uma vez que tem origem da disputa. Neste último caso, uma empresa solicita a arbitragem e a outra parte, deve aceder a participar no processo.

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Se você pretende aproveitar as oportunidades de negócio que lhe oferece a arbitragem, seria interessante que a empresa participasse de duas ou três pessoas, de preferência com formação no domínio jurídico ou no mundo empresarial, com formação específica na arbitragem. As grandes cidades, onde existe uma grande atividade empresarial e, por conseguinte, onde se costumam dar esse tipo de litígios, são as mais indicadas para iniciar o serviço.

Mas vai ter que fazer um investimento mais grande, é preferível criar uma sociedade anônima.

você Terá que constituir uma sociedade para criar a empresa. Se é limitada, o capital social será de 500.000 pesetas, e se é anónima, o capital é de 2,5 milhões. Mas vai ter que fazer um investimento mais grande, é preferível criar uma sociedade anônima. Lembre-se que este é um serviço muito novo e, desta forma, é possível oferecer mais garantias e transmitir mais confiança aos seus clientes. Você precisará alugar e instalar um escritório em um local central que implica um gasto inicial de um milhão de pesetas. O escritório deve estar equipada com um computador, um fax e um telefone, que vai custar em torno de 350.000 pesetas.

Uma das ferramentas fundamentais de trabalho será um programa informático que lhe permita fazer um acompanhamento minucioso de cada um dos clientes, e no que deve investir cerca de um milhão de pesetas. Antes de começar a prestar seus serviços, terá que elaborar e redigir um regulamento que regerá em qualquer processo de arbitragem, para o que é preciso contar com o assessoramento de especialistas na matéria.

O regulamento deve incluir questões como o início do processo, a designação do árbitro, o laudo arbitral, a sua violação, etc.. A redação e o registro do regulamento lhe sairão cerca de 500.000 pesetas. Além disso, você terá que criar uma rede de cerca de 75 colaboradores especialistas em arbitragem, para que os usuários possam designar o encarregado de seu caso. Não é imprescindível que os árbitros são especialistas em leis, mas sim devem ter uma longa experiência em sua atividade profissional e devem complementar esses talentos com os conhecimentos básicos sobre arbitragem. O desafio mais importante para consolidar o serviço é conseguir usuários dispostos a se submeter a este procedimento, dar a conhecer através de visitas a empresas e correspondência comercial.

Lembre-se que, embora ache empresas interessadas em recorrer aos seus serviços, só obterá receitas no caso em que surjam disputas. Por tanto, deverá contar com um capital de giro de cerca de 15 milhões para enfrentar os custos fixos e de manutenção até que o serviço comece a gerar receita. As tarifas são estipularán em função do valor requerido.

Se os danos variam entre um e dois milhões, você será cobrado cerca de 100.000 pesetas e o árbitro 40.000. Se é superior a 40 milhões, a taxa é de 1,5 milhões e 100.000 pesetas para o conciliador. Você precisará de pelo menos três anos para que o serviço comece a dar lucro e gerir entre 150 e 200 casos por ano para cobrir despesas e vencimentos. Em 1996, foi instituído o Grupo ARyME, a primeira e única instituição privada especializada em arbitragem comercial. Depois de dez anos de experiência como diretor de Programas Governamentais, a Associação Americana de Arbitragem, José Antonio Garcia, Álvaro, sócio-fundador da ARyME, decidiu-se adaptar ao mercado português o sistema de arbitragem. Embora a sua atividade centra-se em Madrid, ARyME pretende oferecer os seus serviços em outras comunidades através da figura de parceiros-colaboradores.

Joana

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