História Da Venezuela

História Da Venezuela

Necessita de referências adicionais para a verificação. Pode conter informações desatualizadas. ] proveniente da Amazônia, dos Andes e o Caribe. Da época pré-colombiana em caracas, na Venezuela a partir desse instante pode ser dividido em quatro períodos: Venezuela (30.000 a. 5000 a. C-1000. Grupos de pessoas que chegam durante o Pleistoceno Tardio, possivelmente do Norte, começam a ocupar a costa norte do território.

] A presença destes grupos remonta pelo menos ao ano 13000 A.C. Os humanos que viviam no que é Falcón partilhavam de seu habitat com uma mega fauna, como foi, os gliptodontes e os toxodontes. Os arqueólogos identificam um período Mesoindio entre o 7000-5000 A.C. e 1000 A. C..

neste período os grupos de caçadores de mega animais passam a formar estruturas tribais mais organizadas. O desenvolvimento que ocorre aproximadamente a partir de 1000 A. C, mas muito diferente, de acordo com as regiões, é conhecido como o período Indígena. Ocorre um desenvolvimento da agricultura entre grupos diferentes.

além disso, há um número de povos indígenas que falavam línguas isoladas ou não classificadas, cuja identidade não é conhecida com precisão (maku, pumé, sapé, uruak, warao, guamo e otomaco). Dentro destes grupos existia também uma notável diversidade, para as famílias caribe e arahuaca ocupam um território muito extenso e que eram povos que falavam línguas diferentes, mas relacionadas entre si (dentro de cada família). Grupos tubos provenientes da área hoje conhecida como a Colômbia começam a entrar no território dos Andes venezolannos.

Aparecem grupos Caquetíos de Paraguaná. Também ocorrem pequenas migrações de grupos independentes que compõem a bacia do Orinoco e outras pequenas áreas do país. Ao chegar os espanhóis existiam no Brasil diversas etnias que falavam línguas caribes, arawakos, tubos, tupi-guarani e de outras famílias linguísticas. Os aborígenes usavam tecnologias rudimentares para construir casas, terraços, diques, canais de irrigação, etc., Não costumavam trazer materiais de regiões distantes para construir suas casas ou seus instrumentos.

  • Borja Sanz de Madrid (discussão) 12:10, 2 maio 2017 (UTC)
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  • Cherepconi (discussão) 01:22 11 de janeiro de 2018 (UTC)
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Casas de pedra unifamiliares nas regiões mais frias, churuatas coletivas de madeira e palmas agrupavam ao grupo familiar estendido, palafitas de wayúus e waraos eram casas comuns, apoiadas sobre estacas nas lagoas e manguezais. O trade costumava constituir em troca de tubérculos da montanha por frutas de terras baixas, milho, ovos de tartaruga, peixe salgado por mandioca, e assim por diante.

Os kariña conseguiram desenvolver grandes áreas de troca, cultivavam algodão, mandioca, árvores de fruto e tabaco, os quais trocavam por canoas e redes. Também produziam cestaria, cerâmica, adornos corporais, prata, pérolas, ouro e pente de conchas de tartaruga que se encontravam em áreas distantes de seu habitat. Se sancionaba fortemente a acumulação de várias riquezas em várias comunidades, já que a propriedade era coletiva, a produção era social e não individual, na maioria dessas comunidades a comida costumava preparar-se para toda a população.

no entanto, pretensões territoriais de algumas populações agressivas desembocaban em grandes guerras, exércitos de até 40 mil homens combateram na guerra entre catuches e piracicaba. Em outras regiões, os warao, fugindo do caribe deixaram seu território ancestral, e encontraram um novo lar dentro dos canos do delta do rio Orinoco.

Viagens subseqüentes, como o de Alonso de Ojeda, Diego de Lepe, Cristóvão Guerra e Alonso Criança. Esta mesma cidade é, no entanto, a mais forte de todas as que se constroem nesse século na Venezuela, pois está toda ela feita de calcificado, telhas e pedras, pela riqueza que gera a exploração de pérolas. Carlos I concede-lhe a administração da Venezuela, a sociedade dos Welser de Augsburgo, em troca de fundos financeiros. O rei prescreve que os Welser deviam fundar uma certa quantidade de cidades e promover a imigração, mas estes dedicam-se antes de tudo à procura do El Dorado e a escravização dos índios.

Joana

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