“Faça Você Mesmo”, Quando O Futuro Profissional Se Tece Com Criatividade

“Faça Você Mesmo”, Quando O Futuro Profissional Se Tece Com Criatividade

Ou para ganhar a vida, ou para conseguir uma contribuição extra de renda, ou como hobby. A febre dos negócios que vendem produtos feitos à mãos, originais, personalizados e diferentes, saltou para um mercado saturado, o consumismo, a produção em série e a globalização. “O setor estão incorporando novos perfis”, explica Laura Miguel, responsável Fundesarte, a área que promove o artesanato da Escola de Organização Industrial (EOI).

“a Partir de profissionais com formação em Belas Artes —continua— que inovam e com releituras de desenhos antigos, até pessoas com preocupações criativas que ficaram no desemprego com a crise e vê uma saída profissional em fazer produtos à mão. Para outros, é um hobby. Começam vendendo a amigos e familiares. Depois, muitos se animam e começam uma empresa.

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Mas há que diferenciar o que é artesanato de manuseio. A fronteira entre as duas não está clara para o consumidor. Uma peça feita a mão não quer dizer que seja artesanato. O artesão requer uma formação, formal ou não, em conhecimentos e técnicas”. Ainda assim, o crescimento dos negócios de produtos feitos à mão tem sido tal que já existem plataformas online exclusivas onde expor e vender apenas esses itens.

Aí está o gigante norte-americano Esty. E a mesma Amazon já tende a partir de setembro de 2016 a loja Amazon Handmade, onde artesãos de mais de 50 países fazem gala de suas criações para o mundo. “Há mais de 5.000 artesãos de Portugal e da Europa que acessam a milhões de potenciais clientes. Assim, muitos deles são visto como aumentam suas vendas, e até mesmo exportados”, conta Julio Gil, PT Consumer Manager em Portugal da Amazon Handmade. As grandes plataformas digitais também ajudam na logística: “a Amazon armazena, coleta, empacota e envia os produtos para os clientes em nome dos vendedores. Assim, estes têm mais tempo para trabalhar em suas oficinas”, afirma Gil.

Outras vezes vendem através do site próprias ou combinar ambas as plataformas. O uso de internet, e em especial das redes sociais, é a chave para estes negócios. Instagran, Pinterest e Facebook são as grandes vitrines onde apresentar criações. No entanto, não é exatamente seu forte. “95% são mulheres entre 35 e 55 anos. Geralmente são mães de família que gostaria de ter um segundo projeto, além do trabalho principal, e ir gerando receitas.

em Seguida, tornam-se autônomas e são dedicados full time ao projeto. São negócios que crescem com o tempo. Há pessoas que ainda tem que contratar pessoal”, conta Pijuán. Mas isso não é costurar e cantar. Ou qualquer um, ou qualquer artigo triunfa. Para isso, Pijuán oferece algumas recomendações: “Não fazer produtos personalizados mas reproduzíveis: é melhor criar coleções e que o consumidor escolha um produto.

Joana

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