Este Produto Se Autodestruir-Se.

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Mas é verdade. Por trás, existe toda uma filosofia de produção meramente mercantilista, segundo a qual o negócio é vender, vender e vender. O orgulho dos engenheiros por fabricar produtos eternos, tem cedido à pressão do departamento de marketing de criar novos produtos que deixem fora de mercado em poucos anos a seus antecessores. O fenômeno recebeu o nome de obsolescência programada e surgiram vozes contra ele.

Um carro usado entre oito e dez anos. Passado o prazo, digamos que se rompe o alternador, uma peça cara Da indústria nega isso, mas está demonstrado que os artigos, especialmente os que têm componentes eletrônicos com chips, estão activados para começar a dar problemas depois de certo tempo. Foram projetados e fabricados sob esta premissa. Um fabricante de componentes automotivos, que prefere não ser citado, reconhece que fabricam dois tipos de peças diferentes: uma para andar em carros novos e uma segunda para peças. A primeira dura o dobro do tempo do que a segunda. Tão diferentes são feitos em fábricas diferentes.

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Em sua defesa, alega que a segunda é mais barata e que não precisa ser tão duradoura. “, explica. Por que então montar a peça original fabricada para durar oito anos? Melhor uma de menos qualidade e mais barata do que suportará o suficiente. E assim em todos os produtos elétricos e eletrônicos. Mas a gente tem direito a escolher quando quer mudar de produto, ou ao menos pensa assim um grupo de engenheiros, que criou o Movimento Sem Obsolescência Programada (SOP).

A lei do consumidor estabelece que os novos produtos têm uma garantia de 2 anos.

Mesmo fabricam uma lâmpada como as de antes, unbreakable, que nenhum fabricante ou loja quer vender. Existe alguma defesa legal contra esta práxis empresarial? Oscar Burgos, SOP, é taxativo: não. A lei do consumidor estabelece que os novos produtos têm uma garantia de 2 anos. Passado esse tempo, já se podem quebrar, sem que se possa reclamar ao fabricante.

Está demonstrado que a repará-los é quase tão caro como comprar outro. Além disso, o técnico nem sempre é possível, pois os aparelhos trazem peças inteiras, estanques, há que substituir por completo e devem levar o aparelho à oficina. Perda de tempo e dinheiro. A dificuldade da reparação é a outra perna que fecha o círculo.

quebram antes e são muito difíceis de reparar. Burgos declara que já assumimos quando compramos um produto mais barato: “Se você quebrar a 2 anos eu compro outro por esse preço”. Mas no SOP acham no direito de escolher produtos de qualidade para que não haja problemas. Laura Loiro é a gerente de Aeress, uma associação que reúne ONGS que querem dar trabalho a grupos marginalizados reparando esses eletrodomésticos, grandes e pequenos, que acabam no lixo porque não sai a conta repará-los.

Joana

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