“Estamos Um Pouco Abaixo Da Média Da UE”

“Estamos Um Pouco Abaixo Da Média Da UE”

“Precisamos de mais recursos via contribuições sociais, controlando os falsos trabalhadores independentes, bem como controlando os contratos temporários fraudulentos ou contratos em geral. Claro, há falta de emprego, de mais qualidade e que gere maiores contribuições”, foi aputnado ao respeito a quem ministra lembrou que as contribuições empresariais baixaram ligeiramente durante a crise. Para isso, admitiu que talvez faça falta no futuro realizar uma reforma fiscal e reivindicado iniciativas de seu ministério como o Plano de Emprego Digno ou inspeções contra as práticas de trabalho fraudulentas, como os falsos autônomos.

“Há um desemprego de longa duração importante, por exemplo”, recordou Madalena Valério. Nesta linha, também foi denunciado 9 milhões de horas ilegais que se fazem em Portugal e que não são pagas. “2.000 millone sd eeuros mais a Tesouraria da Segurança Social”, estimou. A esse respeito, Martins lembrou que “o sistema tem vindo a reforma” e que os diferentes governos têm vindo a liderar diferentes modificações.

É o caso de Diego Engenhos e de Jacques Sores, que cercaram Nova Cádiz e chegaram a capturar seu governador, Francisco Velázquez. Também é o caso da cidade hondurenha de Trujillo, que foi saqueada e destruída por piratas em várias ocasiões, apesar dos reforços enviados (surpreso com tantos ataques continue existindo na atualidade).

Mais tarde surge como novo pirata a figura do corsário inglês, uma classe social sui até mesmo rochas, especializada em roubo de mar, no saque de cidades, portos e mercadorias. Os corsários gostar do que é chamado patente de corso, isto é, “licença para roubar e saquear” com a autorização explícita do rei ou outro governante. Esta patente era privilégio de Inglaterra e França, que tinham seus corsários institucionalizados e cuja atividade se torna lícita, em tempos de guerra.

] Na Inglaterra, a pirataria tornou-se um negócio legítimo. Foi Henrique VIII, o primeiro monarca que expediu as patentes de corso. Mais tarde, a rainha Isabel I, que se tornaria, por este meio, em “empresária marítima”, outorgando as patentes em troca de parte do dinheiro conseguido. Também deve-se ter em conta que estes corsários muitas vezes eram comerciantes que vendiam produtos tão necessários para os colonos e compravam a bom preço os itens que eles deviam vender a Casa de Contratação. Em alguns casos, depois de expirada a licença ou terminada a guerra, os corsários voltam a atividades privadas como ricos burgueses que ainda são condecorados.

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Na Inglaterra, existem monumentos levantados alguns corsários, considerados heróis. O mais famoso dos corsários do século XVI é, sem dúvida, sir Francis Drake, um ilustre almirante, honrado por sua rainha em agradecimento aos serviços prestados e elevado à categoria de sir. Sobrinho de outro pirata, também enobrecido pela rainha, sir John Hawkins, juntos assaltaram Veracruz em 1568, quando ainda carecia de fortificações. Sir Walter Raleigh iniciou em 1617 uma expedição à Guiana (atual Venezuela), onde esperava descobrir minas de ouro, e tomou posse de uma parte desse país em nome da Inglaterra.

Após destruir alguns estabelecimentos espanhóis no rio Orinoco, foi preso a pedido de Filipe III de Espanha e depois decapitado na Torre de Londres. No entanto, nem todos os piratas conseguem o título de cavaleiro. Alguns deles, uma vez terminado o conflito que levou à expedição da patente, continuam a sua actividade convertidos em simples piratas.

O século XVI será um século de fomento entre os corsários e piratas, do assalto e captura dos galeões espanhóis e a captura de seus homens. Surge também uma nova atividade: os piratas ou corsários são feitos escravos e apoderam-se na África de seres humanos para vender e escravizar.

Joana

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