Escravidão Na América

Escravidão Na América

] Além disso, os senhores espanhóis dispunham das encomendas, das quais não permitiam contar com a mão-de-obra de homens livres. Em paralelo, desenvolveu-se um tráfico de escravos africanos para a América espanhola e o Brasil, monopolizado, inicialmente, por comerciantes portugueses e, posteriormente, por contrabandistas franceses e holandeses. Calcula-Se que entre 1501 e 1641 chegaram, assim, a América cerca de 620 000 africanos. A escravatura não seria abolida por todos os países americanos até o século XIX, o que no caso dos Estados Unidos gerou uma forte tensão política que resultou na Guerra Civil Americana. A rainha Isabel de Castela, tinha várias dúvidas em considerar escravos os que deveriam ser seus súditos.

] no entanto, é complicado fazer valer a lei em territórios tão distantes e são utilizados voltas legais para seguir ejerciéndola. Finalmente, em 1537, se promulgou a bula Sublimis Deus, do papa Paulo III, em que declara os índios como homens em todas as suas capacidades, o que diminui a importância da escravidão em prol da encomenda. A planejada expansão pelas costas africanas, os portugueses precisavam de uma base estável. Na ilha mauritana de Arguim foi onde o navegador português João Fernandes, que acabar o Cabo Bojador em 1445, intercambiaría tecidos e trigo obtidos nos portos Meça, Mogador e Safí por escravos e ouro.

Três anos depois, construiria um assentamento estável na área e cria a chamada “Rota dos Portugueses” entre Arguim e Wadane (ou Ouadane). Em 1450, o comércio português já estava consolidado. A partir de Arguim se entregava a mercadoria a Lagos e Lisboa. A partir de 1425 os portugueses haviam ocupado a ilha da Madeira e os colonos estavam dedicados à produção de trigo.

Durante a Guerra de Sucessão de Castela, em 1478, e os reis de Castela, Fernando e Isabel enviou uma armada para as costas da Guiné formada por entre 11 e 35 navios. Esta frota foi capturado na batalha naval de Guiné por 11 navios portugueses, que se apoderaram do espólio castelhano em ouro e escravizados e o levaram para Lisboa. Por isso, até meados do século XVI, Portugal se tornou o maior traficante de escravos da Europa.

Por volta de 1540, passavam por Lisboa cerca de 5000 ou 6000 escravos africanos a cada ano.

Os árabes continuaram com seus negócios de escravizados, fornecendo, principalmente, aos países orientais. Quando se abandona o Mediterrâneo Oriental e toma o Reino de Granada e isso torna praticamente impossível que se esclavicen brancos na Península. Dentro dos escravizados negros estavam os chamados focinheiras, é dizer, os que se tinham culturizado no norte de África ou em qualquer reino cristão. Por volta de 1540, passavam por Lisboa cerca de 5000 ou 6000 escravos africanos a cada ano. A cidade tinha cerca de 10 000 habitantes negros, 10% do total.

Como em muitas áreas da América já não restavam muitos indígenas devido às epidemias, mas a demanda de mão-de-obra continuava crescendo, os espanhóis começaram a importar escravos africanos. ] se bem que As Casas mudaria de idéia posteriormente, e se posicionaría também em defesa dos africanos. Os escravos eram usados habitualmente nas fazendas e fábricas, bem como na mineração americana.

Os primeiros escravos foram solicitadas pelos frades franciscanos e a Real Audiência de Santo Domingo para trabalhar nas plantações. Os primeiros escravos negros chegaram à América no final do século XV, chegando várias dezenas até 1518, data em que a Coroa de Castela deu a primeira licença para introduzir a 4000 africanos nas Índias durante oito anos.

Este foi o primeiro daqueles lugares de negros, que por muito tempo foram uma fonte de renda para os gerentes da Europa. Além da loja oficial, houve também o contrabando de escravos exercido por piratas e comerciantes. Em meados da década de 1520, o rei João III de Portugal, assinou com o rei Carlos I de Espanha um acordo que autorizava os portugueses a enviar sistematicamente escravos de Santiago e Santo Tomé.

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Em uma primeira fase, a Coroa espanhola organizou o tráfico de negros através dos bancos, mas a Coroa não interveio nunca diretamente sobre o tráfico até o século XVIII. Não existia uma quantidade fixa, mas um assento padrão implicava levar para a América entre 3000 e 4000 negros anualmente durante um período de 8 ou 9 anos de idade.

] Também entraram negros por Buenos Aires para levar negros para o Brasil, mas porque é lá que o contrabando era mais barato. A segunda etapa transcurriría de 1640 em diante, em que o monopólio dos bancos foi concedido aos holandeses. Os portugueses contavam com a experiência e prática africanas.

Joana

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