Entre Seus Clientes Encontram-Se A Adidas

Entre Seus Clientes Encontram-Se A Adidas

Isobar conta com escritórios em mais de 44 países e tem mais de 4000 empregados. Seu nome é a sigla de Integrated Solutions One to One Brand And Response. Entre os serviços que ofrence encontram-se estratégias de marketing, design digital, desenvolvimento web, pesquisa e análise de mercados. Entre seus clientes estão: Adidas, Coca-Cola, Google, a kellogg’s e a Procter & Gamble. ↑ a b “www.bloomerg.com”. ↑ “Isobar Portugal (Web Archive)”. ↑ a b “Isobar”.

a Sua motivação é o sentimento de comunidade, a noção de compartilhar algo criativo com outras pessoas que lhe interessa é o mesmo. Assemelham-Se a muitos outros contadores de histórias, que teve a Humanidade ao longo dos séculos, que recitaram ou compunham pelo valor que lhes dava o seu público, não porque necessitaram de uma recompensa. A Humanidade tem composto e cantado uma infinidade de músicas, sem esperar em troca de um contrato milionário com uma gravadora. Esperar um lucro tão alto é algo muito recente.

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Assim, os fãs estão se aproveitando de um momento histórico de grandes facilidades para compartilhar a sua criatividade, utilizando produtos da “sub-cultura”, com uma lógica totalmente de cultura de massa. O fã-ficções ou as músicas filk deveriam ser tão ‘obras’ como produto cultural do que nascem? Têm uma parte ’emprestada’ evidente. Muitas das histórias e criações que consumimos a cada dia têm uma base ‘pirata’, porque a cultura é construída sobre a cultura.

As novelas sempre integram elementos do contexto cultural que as envolve: Romeu e Julieta era personagens secundários de outra obra, que Shakespeare soube desenvolver com maestria separadamente. Não há tanta diferença entre isso e criar uma fan-fiction, com personagens de Harry Potter. É assim que funciona a criatividade! Tomamos ingredientes nosso redor, nos misturamos e emissão de novo.

Não é só aquilo ‘produzido profissionalmente’. O debate sobre a criatividade acaba, geralmente, diante de uma grande questão em aberto, que é quem pode viver a sua criatividade e quem não. Estabelecemos uma separação muito larga e enfrentada atualmente entre os circuitos comerciais e a livre produção de conteúdos. Não nos permite compreender este momento de transição.

Em Portugal estas semanas vivemos outra polêmica sobre os direitos de autor na Internet, a raiz de uma nova lei que proíbe as transferências. No entanto, não é um debate, nada de novo: em janeiro, foram cumpridos 10 anos de ilegalização da Napster. Em uma década discutindo, que temos avançado? Será que conseguimos algum consenso? É o debate mais difícil da era digital, então não espere que seja fácil.

Depois de um sistema econômico, há sempre um sistema de moral, valores sobre o que é certo e o que é errado. E é claro que a distribuição gratuita de conteúdos na internet tem alterado o modelo econômico vigente, por isso, precisamos de um dilema moral. Nestes 10 anos, vimos como a indústria legitimaba seu ponto de vista chamando de ‘piratas’ que esta ‘seus’ produtos culturais.

O público também tentou legitimar, através da linguagem, com palavras como ‘compartilhar’. Essas duas visões envolvem dois sistemas morais diferentes e por isso nos é tão difícil este debate. E nos próximos dez anos ainda não teremos mais claro para as coisas que precisamos pagar, e para quais não há falta. O que não concordo é o medo que os jovens do futuro não vão querer pagar por nada. Sempre haverá algum tipo de conteúdo para que os jovens queiram comprar ou pagar para ver, mas claro, não tem por que ser aquele conteúdo que a indústria quer vender.

vão Querer apoiar artistas locais ou experimentais, jornalistas independentes, o que quer que seja. Talvez o problema será o apoio aos grandes artistas comerciais, os Metallica do futuro. A parte de baixo custo, o debate se enquista também na imutabilidade da ‘obra’. Por exemplo, que um texto pendurado na Internet você copie e cole em 40 blogs e se vai deformando-as, pouco a pouco… o

se Beneficia ou prejudica o autor? Ainda assim, ele favorece. Há artistas que morrem por falta de receitas, mas muitos morrem por falta de circulação de suas idéias e seu talento. Se deres as suas obras para o mundo seguro que serão ‘transportadas’, que é uma palavra que eu prefiro, em vez de ‘deformadas’. Outras pessoas as repensará e reelaborará como parte normal do processo criativo. Se não devemos esvaziar a maioria dos museus europeus, porque todas essas pinturas de ‘Madonas com a Criança’ hoje, teriam os direitos autorais de alguém, e em todas elas, tomou-se a idéia de outro artista para recriar de novo.

Joana

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