Empreender Tomando Canas

Empreender Tomando Canas

�Quem poderia dizer o próprio Bill Gates que a garagem e a barra do bar, há apenas um passo, motivado pela mesma preocupação: empreender? Este termo, que há menos de uma década soava quase-loucura, converteu-se em algo comum. Imagem esta que se revelou, durante o V Congresso de Empresários, organizado pela Fundação Iniciador no passado dia 9 de dezembro. Mas tudo isso ainda vai mais além. E é que a água e os porta-copos das mesas frias de escritório tomam forma agora de canas ou gin tonics. Campos abertos para Nicolau Luca de Tena, fundador de o multiassistência, implicam “mais juros, mais dinheiro e mais oportunidades”. Que some, além disso, que estamos “em um momento enriquecedor, em que surgem ideias mais simples, mas nem por isso menos importantes.”

Além disso, destacam que para realizá-las não é necessário ter 20 anos. “Há um momento mágico, dos quarenta”, explicam as coaches, algo que tem toda a sua lógica, porque “você tem bagagem profissional, você está livre de muitas cargas e acima de tudo sabe o que quer”. Mas não é isso tudo que foi alterado.

ao contrário do que se prega, mesmo no próprio discurso político, lutar por um contrato por tempo indeterminado se tornou algo demodé. Neste sentido, Navio, explicou que entre os milenials há uma menor estigmatização do conceito de tempo. “Há muita gente que prefere a flexibilidade que permite”, vaticinando mesmo que “daqui a cinco anos vai haver uma mudança de paradigma”, em que ter um trabalho fixo perderá importância. Neste ponto, o presidente da Fundação Iniciador apostila que “a gente se deu conta de que a temporalidade é uma realidade” e não lhe doem roupas ao afirmar, com alguma satisfação, que “o trabalho fixo desapareceu”.

Em a definida por Navio a era da “democratização do empreendedorismo”, o degrau de financiamento parece ter sido superado. Algo de que se lamenta, já que o déficit do sistema educativo obriga a trazer talentos de fora de Espanha. Luca de Tena ressaltou, além disso, que “o dinheiro é uma consequência do que você faz”, premissa que tem levado os investidores a perder o interesse pelas startups e financiar projetos em fase grow (de crescimento)”. Circunstância que torna-se por sua vez em vitaminas para a normalização de fórmulas de financiamento alternativas, como o crowdlending (créditos para empresas) Então, O fundador de o multiassistência tem isso claro, essa linha de negócio será residual.

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“A banca, em geral com a crise, não vai ter muita participação, nem das empresas, nem das pequenas e médias empresas”. A este respeito, Bacia destaca que “hoje em dia o capital fundamental de uma empresa é o talento de informação; a informação é grátis, por isso que há falta muito pouco dinheiro para começar”.

Todos estes novos paradigmas incorporam também em seu DNA barreiras e desafios a serem superados. Para Navio, uma das chaves que muitas boas ideias que se põem em marcha não é ter todo o sucesso que se esperava delas é o “não saber escalar as vendas”. Certamente, todo mundo está capacitado, mas “vender é uma atividade profissional que vai muito mais além do que parece a priori”.

no entanto, os números não são tudo e “deixar de acompanhar a equipe de vendas das reuniões não é algo positivo, é um erro por parte dos directores-gerais”, afirma. Além da perseverança, algo que é fundamental é que o empreendedor saiba de si mesmo, explicam as fundadoras de Imagencoaching. “Devem-Se trabalhar os medos (frustração, fracasso, etc.) como a solidão”.

Agora, não depende dos empreendedores. O apoio da Administração é vital. Com essa frase se destacava Manuel Campo Vidal, jornalista e presidente da Escola de Negócios Next International Bussines School, o essencial de uma boa comunicação para alcançar o sucesso em um empreendimento. O certo é que, embora em Portugal há virtudes como o talento e a criatividade, existe um défice no que a comunicação toque, o que representa uma perda de oportunidades, lamenta. Não obstante, este novo paradigma do empreendimento esta realidade também está mudando.

Joana

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