“Em Portugal Não Há Quase Programas De Apoio À Maternidade”

“Em Portugal Não Há Quase Programas De Apoio À Maternidade”

A maternidade hoje em dia não é fácil. E menos se você está em uma situação complicada. Ohuagila sabe muito bem disso. Tem 28 anos e durante muito tempo foi vítima de violência de gênero. Ainda tentou colocar terra por meio e chegou a ter uma ordem de afastamento de seu marido, a necessidade e o ter que manter duas meninas pequenas lhe empurraram a voltar com ele.

voltou a engravidar sem deixar de sofrer maus-tratos. Recorreu aos serviços sociais que lhe recomendaram que se separasse e que abortase. Mas apareceu uma amiga que lhe colocou em contato com a Fundação Rede Mãe. E Ohuagila tem hoje para o seu bebê, Aaron. De acordo com as respostas obtidas das administrações públicas, deduz-se, tal como conta Azcona, que “os programas de apoio à maternidade, em especial para a vulnerável, são quase inexistentes em Portugal.

As poucas medidas implementadas não estão destinados a proteger a mulher grávida em situações particularmente difíceis e a ajudá-lo a exercer sua maternidade, mas que têm como meta a promoção da natalidade por questões demográficas em geral”. Amaya Azcona, conclui-se que: “É o Estado quem deve encontrar uma solução para as dificuldades que se lhes apresentam às mulheres grávidas e oferecer as ajudas necessárias para que possam exercer sua maternidade.

As associações assistenciais e da sociedade civil suplimos as deficiências do Estado social, mas não temos capacidade de chegar a todas as mulheres que precisam”. O estudo realizado por RedMadre é dividido em quatro partes, em cada uma das quais refletem como está o setor. Mapa da maternidade 2016: mostra a ajuda por comunidades autónomas e a taxa de aborto em cada uma delas.

apoio a grávidas vulneráveis ascende a 4.162.599 euros e as ajudas por nascimento no Brasil equivalem a 48.241.658 euros. Nas regiões onde menos gasto na auxílios (maternidade – nascimento), maior é a taxa de aborto. Apoio à maternidade: exibe em uma tabela detalhada por comunidades autónomas da rubrica orçamental que dedica a cada uma à ajuda por nascimento e a mulher grávida vulnerável.

Os títulos e as descrições são pontos de partida para a identificação de termos relevantes ao longo de um website nos motores de busca. As melhores práticas recomendam escrever títulos de entre 60 e 70 caracteres. Tornar a web mais acessível possível: limitar o conteúdo em Flash, frames ou JavaScript.

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Joana

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